domingo, 28 de dezembro de 2008

Celebrando a ciência



Vivemos um período mágico com as escolhas de Obama

Uma lua obscura de Saturno pode ter uma combinação de água e compostos orgânicos necessários para a vida. Planetas girando em torno de outras estrelas foram vistos com telescópios pela primeira vez. Células-tronco não precisam mais ser extraídas de fetos ou mesmo de cordões umbilicais. O gigantesco acelerador de partículas, o LHC, foi ligado e funcionou, ao menos por um pouco. Deve entrar em funcionamento em meados de 2009. Mapas do cérebro por meio de ressonância magnética mostram onde fazemos escolhas morais e quando mentimos, uma descoberta com enormes conseqüências para o processo penal. E que podem ser usados para diagnosticar a doença de Alzheimer nos seus estágios preliminares. Essas são algumas das novidades da ciência de 2008. A lista, claro, é muito mais longa. Mas acho que já é o bastante para celebrar.

Ninguém pensa muito em celebrar a ciência ou os cientistas. Acho que isso deveria mudar. Sei que sou suspeito para falar. Mas olhe em volta. Veja as dezenas de aparelhos eletrodomésticos ou de eletrônicos, seu carro, seu celular, GPS, notícias e futebol ao vivo via satélite, a rapidez das telecomunicações, o progresso da medicina, a internet, os mistérios do universo -dos ocultos no interior dos átomos até os confins do cosmo- sendo revelados de forma magnífica. De onde vem isso tudo? Do trabalho de milhares de cientistas e engenheiros, de pessoas que dedicam suas vidas à busca do conhecimento e à melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Sem dúvida, existe o aspecto comercial da tecnologia. Também, nem toda a ciência é para o bem, como vemos no progresso das armas de destruição em massa, nas tecnologias de guerra biológica, na absurda exploração do planeta feita de forma irresponsável por megacorporações gananciosas. Mais uma vez, a lista é grande.

Mesmo assim, o fato é que nossas vidas, a sociedade moderna como um todo, depende inteiramente dessa infra-estrutura tecnológica. Se ela colapsa, se colapsam as telecomunicações, se ficamos sem energia elétrica, se cai a internet, voltamos a viver como vivíamos há 200 anos. Ficaríamos completamente paralisados. Ninguém mais sabe caçar (ou quase ninguém) ou viver diretamente do que a natureza produz. (Com exceção dos agricultores de subsistência, mas a sua produção seria ineficaz para manter a população global.) Imagine um mundo sem antibióticos, sem aviões, sem carros, sem ar-condicionado.

Após oito anos de uma administração que demonstrou desprezo pelo meio ambiente, de uma política internacional que inventou uma guerra mentirosa e que serviu apenas a alguns grupos de interesse, as coisas parece que estão mudando nos EUA.

Essa semana, Obama escolheu seu secretário de ciência, o equivalente ao nosso ministro de ciência e tecnologia, pasta bem servida atualmente pelo físico Sérgio Resende.

O escolhido aqui, John Holdren, é um físico de primeira linha e, tal como o novo secretário de energia escolhido pelo novo presidente, um militante do combate ao aquecimento global. O que me deixou esperançoso foi o que Obama disse: "minha administração irá restaurar o princípio básico de que decisões governamentais devem ser baseadas na melhor evidência científica possível, baseadas em fatos e não distorcidas por ideologia política".

Belas palavras, que celebram o papel da ciência em nossas vidas e o perigo de corromper fatos a serviço de ideologia. Estamos vivendo um momento mágico. A transição começou. O planeta Terra começará a ser respeitado como deve pelos que causavam os maiores danos. Estava mais do que na hora.

29 comentários:

  1. O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    A Teoria da Relatividade Geral é a que está valendo atualmente. Ela produz
    uma teoria da gravitação que incorpora naturalmente a Teoria da Relatividade
    Especial em sistemas inerciais e o Princípio da Equivalência, que diz que um
    sistema que cai livremente em um campo gravitacional é equivalente a um sistema
    inercial. Nas quatro últimas décadas do Século XX o confronto da Teoria com
    experimentos sofreu  um grande impulso com a descoberta de novos métodos de
    solução de suas equações e com avanços observacionais, incluindo a observação de
    pulsares e de candidatos a buracos negros, o início de um programa experimental
    para detecção de ondas gravitacionais, versões melhoradas para os antigos testes da
    teoria, a descoberta de pulsares binários, a análise de efeitos quânticos no exterior de
    buracos negros, a descoberta de lentes gravitacionais e o início da teoria da
    unificação da gravitação com as outras interações.
    É de se notar também que a solução das equações proposta por Einstein 
    para o Universo  como  um todo contem um termo chamado de constante
    cosmológica que visava inicialmente anular o efeito de expansão do universo 
    previsto nas equações (o termo cosmológico também poderia ser interpretado como 
    um ação antigravitacional). Com a equação modificada ele pôde obter modelos
    estáticos para o Universo. Após a descoberta de Hubble de que o Universo estava na
    verdade se expandindo, este termo foi abandonado por Einstein como desnecessário.
    Porém as equações nesta forma prevêem uma taxa de expansão que implicavam
    numa idade do Universo, calculada em 1940, de 2 bilhões de anos, enquanto que os
    geologistas nesta época calculavam que a idade da Terra fosse de 3,5  bilhões de
    anos, mais velha portanto do que o Universo. Os astrônomos encontraram então 
    sérias falhas no método que estava sendo usado para calcular as distâncias das
    galáxias usadas para calcular  a idade do Universo. As novas determinações de
    distâncias colocaram estas galáxias muito mais afastadas do que se pensava
    previamente. A idade do Universo implicada por estas novas medições ficaram
    então em cerca de 10 bilhões de anos, o que, juntamente com resultados de cálculos
    da abundância de hélio e da radiação de fundo  de microondas, afastariam

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  2. definitivamente a ideia de um Universo estável. A Física nos mostra que a energia
    de ligação gravitacional de um corpo é negativa e que se este corpo se tornar mais e
    mais compacto, a massa total do corpo se tornaria negativa, exercendo a
    antigravidade. Porém o Teorema da Energia Positiva, que foi provado  tanto 
    matematicamente como também por físicos de partículas e pelos relativistas, diz que
    na relatividade geral a massa total assintótica de um corpo isolado deve ser não 
    negativa, e um corpo que chegue perto da violação deste teorema se torna instável e
    deve colapsar para formar um buraco negro de massa positiva. Entretanto veremos
    que este teorema, válido para o Universo Material, teria seu correspondente para as
    massas negativas do Universo Virtual e, como veremos, este buraco negro de massa
    positiva se tornará um buraco branco de massa negativa no Universo Virtual.
    O Espiritismo considera a gravidade em respostas isoladas em O LIVRO
    DOS ESPÍRITOS, que são na maioria citadas no início de cada capítulo do presente
    livro. Além disso, devem ser considerados os fenômenos de levitação descritos em
    vários livros espíritas, onde se pode constatar  a relativa facilidade com que os
    Espíritos conseguem controlar a levitação.

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  3. O Campo Gravitacional
    O campo de energia, ou simplesmente campo, é constituído pelos
    diversos tipos de partículas elementares e suas antipartículas, positivas e
    negativas, embora com densidades locais diferentes. A atração e repulsão 
    que as partículas nucleares exercem sobre as diversas partículas do campo 
    produz gradientes de densidade no  campo, que a ciência denomina de
    curvatura do campo, mais denso próximo da Terra para o campo material
    e menos denso próximo da Terra para o campo virtual.
    O éter nada mais é que o conjunto de partículas h+ e h­. Quando 
    em pares orientados ou dipolos formam os campos eletromagnético e anti­ 
    eletromagnético, que diferem apenas pelo  excesso  de uma das partículas
    elementares.. Os campos gravitacional e antigravitacional são o conjunto 
    de partículas elementares  m e ­m, que formam gradientes opostos de
    densidade em torno da matéria e da antimatéria. Nenhuma massa é apenas
    matéria ou apenas antimatéria, havendo sempre uma proporção menor de
    antimatéria, em estado  de energia negativa, permeando  os corpos
    materiais. A densidade de partículas m é maior em direção ao centro de
    massas materiais onde a quantidade de antimatéria, em nível negativo de
    energia, é correspondentemente menor, e também a densidade de
    partículas  ­m é menor em direção  ao  centro  de massas materiais. Nos
    corpos, de antimatéria, como  os quasares, ocorre o inverso, com
    densidades maior de antipartículas elementares ­m e menor de partículas
    elementares m em direção ao centro.
    Os buracos negros são  os pontos do  universo  material onde a
    matéria e a energia positiva do campo material são absorvidas e enviadas
    para o  universo  virtual. Lá eles atuam como buracos brancos, emitindo 
    essa energia. Os buracos brancos são os pontos do universo material onde

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  4. a antimatéria e a energia negativa absorvidas no  campo  virtual são 
    recebidas na forma de energia positiva. O que no universo material é um
    buraco branco será um buraco negro no universo virtual e vice versa. Por
    analogia, podemos denominar os quasares de buracos brancos. Enquanto 
    os buracos negros atuam como uma lente convergente, os buracos brancos
    atuam como uma lente divergente.
    Entretanto, os buracos brancos conservam a polaridade virtual no 
    campo  material e repelem a energia positiva do  campo. É como se os
    buracos brancos fossem uma janela aberta através a qual a matéria pode
    ser afetada à distância. Da mesma forma, os buracos negros conservam a
    polaridade material no  universo  virtual e repelem a energia negativa do 
    campo. Assim os buracos brancos repelem energia positiva no  universo 
    material e a energia negativa no  universo  virtual; e os buracos negros
    repelem energia negativa no  universo  material e a energia positiva no 
    universo virtual.
    Conforme já explicado no Capítulo 3, dentro dos buracos brancos
    e dos buracos negros a matéria e a antimatéria estão intimamente unidas
    perdendo  sua distinção  e constituindo  um fluido  único, misturando­se
    quarks e antiquarks sem formação de partículas e antipartículas. A matéria
    absorvida no  buraco  negro  após ser emitida no  universo  virtual se
    transmuta em antimatéria e a antimatéria absorvida no  universo  virtual
    após ser emitida nos buracos brancos do universo material se transmuta
    em matéria. Isto  ocorre porque, conforme os quarks e antiquarks são 
    rematerializados, há um rearranjo automático para as condições do campo 
    local. Assim os buracos brancos emitem luz e matéria no universo material
    e os buracos negros emitem luz e antimatéria no universo virtual.
    2. A Levitação
    A vontade do  espírito  é a chave para dirigir as partículas do 
    campo numa ou noutra direção, bastando alterar o holograma subjacente.
    Analisaremos aqui como usar as partículas do campo  gravitacional para
    fazer a levitação. Se pela força de vontade, atuando  no  holograma,
    deslocarmos partículas elementares  ­m para baixo  de um corpo  e
    simultaneamente deslocarmos partículas elementares  m para cima do 
    mesmo  corpo, invertemos ou  anularemos o  gradiente do  campo 
    gravitacional local. Por outro  lado  a bolha formada pelas partículas
    elementares tenderá a flutuar devido  à força de empuxo  no  campo 
    gravitacional. O corpo levitará podendo  até mesmo se dirigir no sentido 
    oposto da atração  gravitacional. Porém, se assim o desejarmos, a massa
    gravitacional pode assim se tornar praticamente nula e então, atuando com
    nossa vontade, reorganizamos o holograma do campo mental e o corpo se
    moverá automaticamente para onde desejamos. Um espírito  encarnado 
    poderá fazer o mesmo usando sua vontade para atrair para o seu corpo as
    partículas elementares m do  campo  gravitacional e, deste modo, levitar.
    Ele pode então deslocar o corpo em levitação. A vontade aqui, obviamente,
    não é a vontade consciente mas a do espírito.

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  5. O Fluido Vital
    Para manipular o FCU empregamos o mesmo mecanismo: usando 
    nossa força de vontade, que nada mais faz do que modificar o holograma,
    podemos movê­lo.
    O fluido vital é o FCU dotado de vibrações coerentes; quando se
    trata de fluido  retirado  de um organismo vivo, a estrutura do  fluido  é
    aproximadamente a do  corpo  físico, sendo  então  chamado  de fluido 
    magnético ou animal; quando se trata de fluido fornecido por um espírito 
    desencarnado, a estrutura do fluido  é aproximadamente a do  perispírito,
    sendo chamado de fluido espiritual. Devido à diferença entre as distâncias
    interatômicas na matéria e na antimatéria, a frequência das vibrações
    coerentes encontradas no fluido animal são diferentes daquelas do fluido 
    espiritual. As vibrações do fluido espiritual por si só não afetariam muito o 
    estado de um corpo  material, mas apenas seu estado  psíquico, porém o 
    fluido  espiritual serve como  transportador do  fluido  animal, porque
    quando está associado ao fluido animal facilita a manipulação deste pelos
    Espíritos. O fluido presente num corpo vivo adquire as vibrações coerentes
    peculiares de toda célula viva, dada pelas moléculas de DNA e RNA.
    Mesmo quando temporariamente fora do corpo, essas vibrações coerentes
    ainda permanecem por algum tempo. Recentemente Fröhlich 
    6
    estudou este
    tipo  de coerência, denominando  o  processo  de condensado  de Bose­ 
    Einstein em sistemas biológicos coerentemente excitados. O fluido retirado 
    de um ser vivo, com o tempo perde essas características, transformando­se
    em energia, com maior entropia, ou em estado de maior desorganização.
    Porém, se esse fluido vital for retirado de um corpo sadio e imediatamente
    doado a um corpo enfraquecido, fará com que suas estruturas moleculares
    entrem em sintonia com essas vibrações coerentes, revitalizando­o, como 
    ocorre nos casos de curas ditas magnéticas ou espirituais.
    O corpo espiritual permanece ligado ao corpo físico pelo Fluido 
    Vital, por suas vibrações coerentes que lhe são transmitidas pela estrutura
    celular. Quando o corpo físico falece, cessando estas vibrações, ocorre o 
    desprendimento  do  corpo  espiritual. No  sono, sendo  o  perispírito muito 
    maleável, pode se distender indefinidamente tomando a aparência de um
    cordão. A parte que fica fora do corpo pode tomar a forma do corpo físico 
    mas no corpo continua sempre uma parte do fluido, ocupando­o em toda
    sua extensão.

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  6. 4. O Princípio da Relatividade Virtual
    Voltemos agora ao  assunto  das energias positiva e negativa.
    Dissemos que um elétron em seu estado material é constituído de cargas
    negativas e massa leptônica negativa, e que o  pósitron  é constituído  de
    cargas positivas e massa leptônica positiva. Porém esta afirmativa só  é 

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  7. válida no universo material já que o sinal da massa é relativo aos sinais do 
    campo e da carga bariônica da partícula atômica. Este é o Princípio  da
    Relatividade da massa ou o Princípio da Relatividade Virtual:

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  8. PRINCÍPIO DA RELATIVIDADE VIRTUAL 
    Quando a carga bariônica ou leptônica tem o mesmo sinal do campo, a 
    massa da partícula é positiva.
    Um elétron em níveis negativos de energia tem massa positiva e
    um pósitron em níveis positivos de energia tem massa positiva. Pósitron e
    elétron  no  mesmo  nível de energia terão  forçosamente massas opostas.
    Relativamente a um observador no universo virtual, a energia e a massa
    negativas para o universo  material são  denominadas positivas, sendo 
    chamada de negativa a energia que prevalece no  universo  material. No 
    universo  virtual, por convenção, os antiprótons têm carga positiva e os
    pósitrons carga negativa, daí que só é necessário considerar os sinais das
    cargas e da massa quando se está estudando partículas de um universo no 
    outro.
    Quando  pósitron  e elétron se fundem temos um fóton  de carga
    neutra e massa nula, que pode ser absorvido no campo ou, passando por
    um campo intenso, dissociar suas cargas gerando novamente um elétron e
    um pósitron.
    No universo virtual, devido à massa relativa negativa do pósitron,
    a força de repulsão entre os dois produz uma aceleração do pósitron em
    direção ao elétron; este por sua massa relativa positiva tende a se afastar,
    devido à repulsão, resultando numa perseguição do elétron pelo pósitron 
    que pode se estabilizar num movimento  orbital em torno de um centro 
    comum; é o par pósitron­elétron referido acima. No universo material, o 
    pósitron  tem massa relativa positiva e o  elétron  tem massa relativa
    negativa, portanto é o elétron quem persegue o pósitron.
    A antimatéria não  aniquila a matéria, por terem massa e carga
    elétrica de sinais opostos e existirem em níveis distintos de energia. Os dois
    universos coexistem, embora em níveis diferentes de energia, sem
    aniquilamento por um equivalente do  princípio de exclusão  de Pauli ou 
    Princípio da exclusão Virtual: 
    PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO VIRTUAL 
    Uma partícula de matéria não pode ocupar o mesmo estado de qualquer 
    outra antipartícula e vice­versa.
    Então, resumindo, no universo material temos átomos com núcleo 
    de prótons (porque se atraem por terem mesma carga e massa aparente
    positiva) e elétrons em órbita que apesar de serem repelidos pelos prótons,
    são aparentemente atraídos por eles (por terem massa aparente negativa).
    Pelo  mesmo  raciocínio  dois elétrons se atraem, mas aparentemente se
    comportam como se estivessem sendo repelidos por terem massa negativa

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  9. Nesta mensagem aprendemos com os Espíritos como matéria e antimatéria
    podem coexistir sem se aniquilarem mutuamente, seja por estarem em níveis
    diferentes de energia, seja por formação de pares ou  dipolos no nível zero de
    energia. A antimatéria se situa principalmente no Universo virtual onde está sujeita
    às mesmas leis da matéria no Universo material. Isto decorre diretamente do 
    Princípio da Relatividade Virtual, pois a antimatéria no Universo Virtual tem massa
    positiva, e podemos inclusive, por convenção, trocarmos seu nome pelo da partícula
    material correspondente. Aprendemos também que a gravidade é composta de dois
    campos, o material chamado de campo gravitacional e o virtual chamado de campo 
    antigravitacional porque a matéria é repelida por ele. Na nossa galáxia, e portanto na
    Terra, o campo gravitacional predomina, como também a matéria, em relação ao 
    campo antigravitacional e à antimatéria do Universo virtual local. Vimos também o 
    papel dos buracos brancos e negros na transferência de energia e de matéria e
    antimatéria entre os dois Universos, havendo uma transmutação de matéria em
    antimatéria e vice versa, como decorrência da adaptação ao campo de energia local.
    Um corpo material que aumenta sua massa acaba por entrar em colapso,
    transformando­se num buraco negro, e a matéria passa como  antimatéria para o 
    Universo virtual. O inverso ocorre nos buracos brancos.
    A teoria de Frölich é aplicada aqui na explicação das curas espirituais e no 
    mecanismo da ligação do perispírito com o corpo, nos Espíritos encarnados.

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  10. O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    A Física ainda não considerou a quantização do movimento e não aceita os
    fenômenos espirituais de transportes de matéria, materializações, curas espirituais,
    mediunidade e outros. Existem uns poucos médicos e cientistas que aceitam a
    influência da mente sobre a matéria, mas, a maioria tenta, sem sucesso, explicar 
    esses fenômenos através da parapsicologia. O Espiritismo porém está bastante
    adiantado nesta área, havendo uma vasta literatura a respeito. Esta lição dos
    Espíritos vem agora preencher o que seriam lacunas nestas duas áreas do 
    conhecimento.
    Sétima Mensagem
    Hoje vamos estudar o movimento das partículas. Creio que você já
    teve intuição  a respeito  quando imaginou que todo movimento  é
    quantizado. Sendo o holograma quantizado, o movimento se dá aos saltos.
    Nada na verdade é contínuo  nem o  espaço­tempo, consequentemente o 
    movimento também não é contínuo. Daí que todas as grandezas da Física
    também são  quantizáveis, como  a energia, a temperatura, a massa, etc.
    Mas além de ser quantizado todo movimento é holográfico no sentido de
    que todo o holograma subjacente na mente universal é alterado, conforme
    já tínhamos dito  nas primeiras aulas. Daí é fácil entender que todo  o 
    Universo está interligado e não há nada que aconteça que seja por acaso.
    Esta é de certa forma a teoria da sincronicidade e da ação à distância.
    Como o espaço é preenchido de energia, composta de partículas
    elementares pontuais dos dois universos, temos entre cada dois pontos do 
    espaço do  universo  material, um ponto  não real que pertence a outra
    dimensão, ou outro plano. Um corpo que se desloca, portanto, ora passa
    por um ponto real ora pelo intervalo não real e a passagempor este espaço 
    não real é o que a Ciência denomina de efeito túnel. É passando por esse
    espaço  que o  espírito  pode atravessar a matéria, fazer materializações e
    transporte de matéria.37 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Pr

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  11. O mundo  material é formado  pelos átomos e entre eles está o 
    campo formado  pelas partículas elementares com energia positiva. Entre
    essas partículas podemos vislumbrar os átomos virtuais e as partículas
    elementares com energia negativa que formam o mundo espiritual e entre
    as partículas elementares com energia positiva e negativa, ainda mais
    diminutas, poderíamos vislumbrar as partículas do mundo mental que, por
    serem parte do holograma, servem de matriz tanto para o mundo espiritual
    quanto  para o  material. Aliás, até mesmo  as partículas elementares de
    energia positiva e negativa são constituídas de pontos desse holograma.
    Esta é também a explicação  para a coexistência do  mundo 
    espiritual com o material, lado  a lado. O cérebro  do  corpo material foi
    acostumado  a perceber apenas o mundo real. Entretanto  ele poderá ver
    naturalmente ambos os mundos, se devidamente treinado, ou se desde
    criança não for ensinado a não ver o mundo espiritual. Ele poderia então 
    percebê­lo normalmente, entre os espaços dos pontos materiais, pois estará
    vendo com os olhos do seu espírito, através uma conexão com o cérebro do 
    perispírito.
    Quando  queremos mover um objeto, isso  ocorre primeiro  no 
    holograma e a ação  decorrente nada mais é que o  reflexo  do  que está
    sendo mudado no holograma. Primeiro imaginamos o que queremos fazer,
    depois nos introvertemos e se a ação  estiver de acordo  com as Leis
    Naturais, o  holograma é modificado correspondentemente e recebemos o 
    impulso para executá­la – isto  é o que denominamos de vontade. Assim,
    pela vontade podemos, modificando  o  holograma, realizar os chamados
    milagres, que só  ocorrem se estiverem de acordo  com a vontade ou  lei
    divina. É assim também que nós, Espíritos, conseguimos atuar sobre a
    matéria – usando nossa vontade modificamos o holograma.
    Se a mente comandar uma modificação, de modo que os pontos se
    alternam de positivos para negativos, e se essa alternância for sucessiva
    entre os pontos vizinhos teremos o movimento do campo. Para um corpo 
    material subconjuntos de pontos do corpo são  alterados como  acima e o 
    corpo  vai assim ocupando  posições sucessivas na matriz fazendo  o 
    movimento. O corpo  pode também ser desmaterializado  totalmente e
    instantaneamente materializado  em local distante, uma vez que esse
    transporte seria feito  no  holograma do  campo  mental. Isto  é o  que é
    chamado no Espiritismo de “Transporte de Matéria”

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  12. Dirac, em sua Teoria do Pósitron 
    1
    , mostrou  que na teoria quântica não é
    mais possível considerar que a energia do elétron assuma apenas valores positivos.
    Um elétron com energia positiva maior que ­mc 
    2
    pode saltar  para um estado de
    energia negativa menor que ­mc 
    2
    . Um elétron de energia negativa poderia constituir 
    precisamente um pósitron, porém, como os pósitrons observados tem energia
    cinética positiva, Dirac considerou  que no Universo tal qual o conhecemos, os
    estados de energia negativa fossem quase todos ocupados por elétrons, não mais
    acessíveis à nossa observação devido à sua distribuição uniforme em toda a extensão 
    do espaço. Nestas condições, todo  estado de energia negativa não ocupado seria
    observado como uma lacuna e estas lacunas constituiriam os pósitrons.

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  13. Oitava Mensagem
    Hoje vamos iniciar o estudo da matéria virtual. Falaremos apenas
    dos átomos virtuais, matéria sutil que a Ciência considera como  sendo 
    energia. Esses átomos virtuais estão num nível de energia abaixo dos níveis
    que são percebidos no mundo material, numa outra dimensão ou, podemos
    dizer mais precisamente, na direção  negativa da dimensão  energia. No 
    nível zero  de energia, entre os dois universos, está o  campo  com seus
    dipolos elétricos formados de pares de partículas elementares e suas
    respectivas antipartículas, pares elétron­pósitron girando em torno um do 
    outro, com massa total nula, pares de quark e antiquark e mésons. Dirac
    chegou perto do assunto quando descreveu um mar de elétrons virtuais. O
    espaço não contém apenas elétrons virtuais mas também elétrons livres e
    pares pósitron­elétron com energia nula. Nos níveis negativos de energia
    estão  os átomos virtuais. Os pósitrons da camada externa dos átomos

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  14. virtuais, os pósitrons livres e os pares pósitron­elétron  são  aqueles
    considerados por Dirac.
    Um fóton  contendo  um par pósitron­elétron  poderá se dissociar
    num campo magnético intenso, gerando as curvas das câmaras de bolha.
    Um fóton  poderá também colidir com um átomo  virtual, transferindo­lhe
    energia positiva e fazendo saltar um pósitron para estados mais elevados
    da matéria visível. Um pósitron no universo material poderá se associar a
    um elétron  pelo  processo  que descrevemos atrás, constituindo  um par
    pósitron­elétron, ou  ser absorvido  num núcleo  atômico, para onde é
    atraído, ou ainda decair para níveis negativos de energia. Quando pósitron 
    e elétron se unem, formando  pares, emitem fótons aparentando  terem se
    aniquilado. A aniquilação  entre os dois só  ocorre em casos especiais de
    colisão com grande energia, como nos aceleradores de partículas, gerando 
    outras partículas como dissemos acima. Em estado de alta energia os dois
    se unem formando um fluido de quarks e antiquarks em fusão, fluido esse
    que pode se rematerializar dando  origem a quarks e antiquarks
    dissociados, bárions, mésons ou novamente a um par pósitron e elétron.
    A matéria virtual nada mais é que a antimatéria no  universo 
    paralelo virtual, com toda a gama de partículas atômicas e subatômicas,
    convivendo lado a lado com o universo material, interpenetrando­se como 
    se fossem complementares, interagindo muito fracamente devido aos seus
    diferentes níveis quânticos correspondentes, sem nenhuma influência
    química considerável entre um e outro. Cosmológicamente falando, a
    matéria virtual é a matéria que a Ciência diz que estaria faltando  no 
    universo, porque ambos os planos contribuem com sua atração para deter
    a expansão do Universo.
    Mas é claro que existem diferenças, devido aos níveis de energia
    diferentes. O espectro da luz emitida e absorvida pela matéria virtual está
    numa faixa não visível, podendo ser detectadas por alguns equipamentos,
    mas frequentemente têm sido confundidas com a luz emitida pela matéria
    comum. Algumas radiações virtuais emitidas são  simplesmente
    denominadas de radiação de fundo, como se estivessem livres no espaço,
    por falta de melhor explicação dentro das teorias existentes, que não levam
    em consideração  o  universo  virtual. Alguns elementos químicos não 
    existem no  Universo  virtual, mas existem outros que não  têm
    correspondentes no mundo material, como também existem diferenças no 
    número de nêutrons de diversos isótopos.
    Nas regiões do  universo  predominantemente materiais, onde o 
    campo  virtual tem menor densidade, as órbitas externas dos átomos de
    matéria virtual são  de diâmetro  relativo  menor que as órbitas  K dos
    átomos materiais. Desta forma, seus átomos são  menores e, mesmo  em
    níveis positivos de energia, podem penetrar com facilidade a matéria. Num
    campo  virtual de densidade pequena as distâncias interatômicas virtuais
    são  maiores, tornando  as substâncias relativamente rarefeitas, menos
    densas e mais maleáveis. A frequência da luz visível em nosso  mundo 
    espiritual, está abaixo da faixa do ultravioleta.9 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte

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  15. Quando um fóton se dissocia, poderá na verdade estar colidindo 
    com um par pósitron­elétron de energia nula. A emissão espontânea de um
    pósitron, no  universo material, pode resultar da absorção de fótons por
    átomos virtuais, com energia suficiente para fazer o pósitron saltar para os
    estados mais elevados de energia da matéria visível. O pósitron  que tem
    massa negativa no  universo  virtual se apresenta com massa positiva no 
    universo  material, conforme o  Princípio da Relatividade Virtual. Esse
    pósitron eventualmente interage com um elétron e, neste caso, a carga e a
    massa de sinais opostos de ambos contribuem para formar pares neutros
    de massa nula, com emissão de fótons, aparentando a aniquilação dos dois.
    É mais provável entretanto  que o  pósitron  emita o  fóton  absorvido,
    decaindo de volta para níveis negativos de energia.
    Da mesma forma que um elétron  no  universo  material, um
    pósitron  em órbita no  universo  virtual, ao  receber energia salta para
    órbitas externas. O nível zero  de energia se situa entre as dimensões
    positivas e negativas de energia e não nas órbitas externas. No nível zero o 
    pósitron ou o elétron podem receber ou emitir energia, determinando para
    qual universo decairão.
    C

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  16. Como vemos aqui, ao contrário do conceito de Dirac, os pósitrons não são 
    lacunas e existem elétrons e pósitrons nos dois universos. O universo material, por 
    convenção, está em níveis positivos de energia enquanto que o universo virtual está
    em níveis negativos de energia. As partículas de antimatéria tem massa negativa e
    portanto  energia negativa, porém, por convenção, no universo virtual são 
    consideradas como tendo massa positiva. Entre os dois universos, e portanto comum
    aos dois, está o nível de energia zero, com o FCU e as partículas de matéria e de
    antimatéria em baixo nível de energia. Existem diferenças entre as propriedades das
    substâncias nos dois universos bem como na faixa de frequência da luz visível em
    cada um.

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  17. O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    Após a Teoria da Relatividade Especial que considera o tempo como mais
    uma coordenada, equivalente ao espaço, o Universo passou a ser descrito como um
    contínuo  quadridimensional espaço­tempo. O efeito túnel foi então descrito como 
    uma passagem pela dimensão tempo neste espaço quadridimensional. Isto deu vazão 
    a muitas histórias de ficção com viagens pelo tempo, para o passado e para o futuro,
    levantando muitos paradoxos.
    Devido à impossibilidade de reproduzir de forma controlada em laboratório 
    os fenômenos espíritas, já que obviamente os Espíritos sendo seres inteligentes, com
    sua própria vontade, não se sujeitariam a isto, a Ciência preferiu ignorar a existência
    desses fenômenos, preferindo estudar aquilo que era possível de ser repetidamente
    confirmado  por toda a comunidade científica. Assim, o  pouco que foi feito em
    termos científicos, não se tratando de fenômenos parapsicológicos, só pode ser 
    encontrado na literatura espírita; a explicação encontrada não difere muito do 
    conteúdo deste livro e por ser extensa não a repetiremos aqui. Vamos então à nona
    mensagem que traz sutilezas adicionais sobre o assunto.
    Nona Mensagem
    Um espírito pode estar no plano da mente, no plano espiritual ou,
    quando  mais densificado  por adição  de partículas do  campo, no  plano 
    material, ou  ainda encarnado  num corpo  material. Cada uma destas
    situações representam um grau  de profundidade no  campo  da energia.
    Haveriam em princípio três regiões: a material, a espiritual e a mental e
    entre as duas primeiras uma interpenetração  dos dois planos que
    chamaremos de “região  de coexistência”. Da mesma forma existe uma
    transição entre os planos espiritual e mental. Poderíamos esquematizá­las
    como regiões concêntricas, com o plano mental no centro seguido do plano 
    espiritual e do plano  material na periferia. Neste esquema mostrado  na11 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte
    figura abaixo, podemos simbolizar melhor o  transporte de matéria de
    forma quase instantânea entre dois pontos distantes A e B, quando é feito 
    passando pelo campo mental:

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  18. No gráfico acima o raio dos círculos seria a dimensão adicional
    que podemos chamar de quinta dimensão, que é a dimensão  da energia,
    que teria o  nível zero  na interface entre os planos material e espiritual,
    ficando  a energia negativa nos planos espiritual e mental. Se
    convencionássemos colocar a origem da energia no  centro, todas as
    regiões teriam energia positiva diferindo apenas pelo nível. A curvatura do 
    espaço  é denominada agora de curvatura do  quindimensional espaço­ 
    tempo­energia quantizado.
    A luz conhecida no mundo material, em seu aspecto ondulatório,
    pode ser entendida como flutuação na densidade da energia positiva, a luz
    do plano espiritual como flutuação da densidade da energia negativa e a
    luz do plano mental como flutuações do campo mental. Cada uma destas
    três formas de luz podem ser percebidas nos outros planos. A luz do plano 
    espiritual é a responsável pela formação da aura nos corpos materiais e a
    luz do plano mental é sentida como a luz do Amor espiritual.
    O campo  de energia, ou  simplesmente FCU, no  nível zero  de
    energia, entre os dois universos, é constituído  pelos diversos tipos de
    partículas elementares e suas antipartículas, positivas e negativas, embora
    com densidades locais diferentes. Essas partículas elementares e suas
    respectivas antipartículas formam os dipolos elétricos. Além disto, pares
    elétron­pósitron  girando  em torno  um do  outro, com massa total nula,
    pares de quark e antiquark e mésons também entram na constituição do 
    FCU. Para níveis de energia mais positiva o  campo  vai tendo  cada vez
    mais excesso de partículas elementares h+ e pares de partículas materiais
    livres. Da mesma forma quanto  mais negativo o  nível de energia mais
    excesso  de partículas h­  e antipartículas virtuais são  encontradas no 
    campo. Uma antipartícula só  é virtual se possuir energia negativa. Uma
    antipartícula com energia positiva encontra­se no mundo material.
    No espírito encarnado as energias positivas e negativas estão mais
    intimamente ligadas, embora cada uma em seu plano, graças à natureza do 
    fluido vital que nada mais é que o FCU dotado de características especiais
    de vibração coerente, induzida no íntimo da estrutura celular. O perispírito 
    adquire então estrutura semelhante à do corpo material e possui órgãos

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  19. sensoriais correspondentes, permitindo­lhe a percepção da luz espiritual
    em seu cérebro perispiritual. Por meio de treinamento adequado é possível
    intensificar a comunicação entre os dois cérebros de modo a desenvolver
    os diversos tipos de mediunidade. Isso  exige uma alta capacidade de
    abstração das sensações materiais, obtida com o auxílio da meditação, de
    modo a se poder sentir a sutil comunicação interior.
    Como  a região  central é o  plano mental podemos nos referir às
    três formas de energia também pelo nome de consciência que teria assim
    os três planos já conhecidos: consciência objetiva (a do plano material),
    subconsciência ou  inconsciente coletivo (a do  plano espiritual) e
    consciência cósmica (a do  plano mental). Os transportes de matéria por
    efeito túnel não são uma viagem pelo tempo como se diz na ficção de hoje,
    na verdade são  uma viagem através da consciência ou  energia.
    Obviamente existe diferença entre consciência e energia. Podemos dizer
    que a consciência é um processo dinâmico de transferências de energias,
    que implica na existência de um organismo  capaz de realizar essas
    transferências, embora no  plano  mental não  haja necessidade desse
    organismo pois o próprio holograma já constitui por si mesmo um sistema
    organizado autoconsciente, ou onisciente. Deve ser notado entretanto que
    os níveis de consciência correspondem a diferentes níveis ou  estados de
    energia. Esta é a razão  da meditação, onde aquietamos nosso  cérebro 
    material que funciona em nível elevado  de energia embaraçando  a
    observação do funcionamento do cérebro perispiritual.

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  20. ENERGIA
    Pode o homem compreender a natureza íntima das coisas? 
    — “Não. Para isto falta­lhe um sentido.”
    O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 10 
    O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    No fim do século XIX foi descoberto o efeito fotoelétrico onde uma
    superfície de metal iluminada por luz de frequência suficientemente alta (luz
    ultravioleta)  emite elétrons. A distribuição de energia dos fotoelétrons emitidos
    independe da intensidade da luz. Uma luz intensa produz mais elétrons, mas a
    energia média do elétron é a mesma sempre que a frequência for a mesma. Pela
    teoria ondulatória o fenômeno não pode ser explicado porque a produção de elétrons
    é instantânea, e seria necessário cerca de um ano para que o elétron acumulasse a
    energia necessária para saltar. Igualmente estranho do ponto de vista da teoria
    ondulatória é a energia do elétron depender da frequência da luz incidente. Abaixo 
    de certa frequência crítica, característica para cada metal em particular, os elétrons
    não são emitidos.
    Em 1905 Einstein publicou um trabalho mostrando que o efeito poderia ser 
    entendido se fosse adotada a solução que Planck  usara, cinco anos antes, para
    derivar o espectro da radiação emitida por corpos negros. Segundo Planck, a
    radiação era emitida descontinuamente em pequenos pacotes de energia
    denominados quanta. Os quanta associados a uma frequência particular  v da luz
    emitida possuem todos a mesma energia sendo essa energia E diretamente
    proporcional a v, isto é: 
    E = hv
    Onde h é a Constante de Planck. Planck então não duvidava que embora a
    energia fosse irradiada por pulsos ela devia se propagar na forma de ondas
    eletromagnéticas. Einstein propôs que a luz não só fosse emitida como um quantum,
    mas também que se propagava como  quanta individuais. Explicou  então o  efeito 
    fotoelétrico com a fórmula empírica: 
    E = hv ­ hvo
    Onde  E é a energia máxima do fotoelétron e  hvo a energia mínima
    necessária para desalojar um elétron da superfície metálica que está sendo 
    iluminada, sendo vo_a frequência mínima associada correspondente. Os fotoelétrons

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  21. não possuem todos a mesma energia porque seria necessário mais trabalho para
    arrancar os elétrons que se situam mais abaixo da camada superficial.
    É curioso observar que a teoria quântica, que aborda a luz como um estrito 
    fenômeno corpuscular, coloca explicitamente a frequência v que é estritamente um
    conceito ondulatório. A posição da Física hoje é que a teoria ondulatória da luz e a
    teoria quântica da luz se complementam entre si. A verdadeira natureza da luz
    deixou assim de ser significativa.
    Décima Mensagem
    Continuando nossa descrição do FCU podemos dizer que é
    formado pelas diversas partículas elementares dando origem aos diversos
    campos. Em especial, as partículas h+ e h­ podem se unir em pares
    formando  o  campo  eletromagnético. Quando  n destas partículas estão 
    agrupadas formando  um pacote são  denominadas de quantum sendo sua
    energia proporcional à quantidade dessas partículas elementares. A
    energia de um quantum é dada por h = n h+ quando falamos de campo de
    energia positiva, e h = n h quando se trata de campo de energia negativa.
    Porém o  que se considera normalmente como  energia é aquela
    referente ao campo eletromagnético, formado por pares h±. Neste caso a
    energia do quantum será dada por h = n h±, onde h± é a energia de cada
    par e h é a Constante de Planck.
    Em média existem n pares de partículas de FCU por comprimento 
    de onda, e como n depende da densidade do campo a Constante de Planck
    passa a ser uma constante local. Teremos assim que, para um dado local, a
    energia transferida por segundo por um feixe de ondas de frequência v será
    de E = h v = n h± v.
    Se considerarmos que a lei E = mc² esteja correta, teremos
    também dois sinais para a massa, m+ e m­. A massa m­  seria a da
    antimatéria e a lei da energia seria dada por: E = ± mc².
    Não há então necessidade de conceituar a antimatéria como sendo 
    matéria viajando  para traz no tempo. Tudo se passa como se existissem
    dois campos, um de energia positiva e outro  de energia negativa,
    interpenetrando­se, porém sem interferir um no outro. A matéria interage
    com a matéria através o campo material e a antimatéria interage com a
    antimatéria através o campo antimaterial. No nível zero seria os campos
    material e antimaterial estão unidos, ou seja, as partículas h+ e h­ estão 
    unidas formando pares. Aliás, estes pares estão presentes também próximo 
    às partículas com carga elétrica, dando  origem à renormalização 
    considerada pela Física.
    No  quantum temos n pares de partículas h±  com uma dada
    quantidade de movimento que só depende da frequência v. Daí segue que
    numa interação  com a matéria a energia dos fótons só  depende da
    frequência enquanto a amplitude depende da quantidade de fótons. Sendo o 
    elétron pontual, são as partículas h± que colidem com ele e não o quantum
    como  um todo  rígido. Se o  momento  da partícula h+ for pequeno 
    (frequência < vo) o elétron não salta. Se o valor do momento da partícula h

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  22. A LUZ VIRTUAL 
    “Os Espíritos estão por toda parte; povoam o espaço infinito. Estão 
    continuamente ao vosso lado, observando e agindo, malgrado vosso, porque são 
    um das forças da natureza e os instrumentos de que Deus se serve para a 
    realização de seus desígnios providenciais”.
    O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 87 
    O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    Conforme vimos no capítulo anterior a hipótese de que a onda se propaga
    como uma série de quanta foi usada para explicar o efeito fotoelétrico. Entretanto a
    teoria ondulatória é uma das teorias físicas mais firmemente estabelecidas,
    constituindo o único meio de explicar a difração e a interferência. A situação aqui é
    diferente daquela em que temos a mecânica relativística e a mecânica newtoniana,
    onde esta é uma aproximação da primeira. Um feixe de luz pode ser refratado por 
    um retículo e depois causar a emissão de elétrons numa superfície metálica, porém
    não simultaneamente. Mas podemos notar que, quando a luz se propaga se comporta
    como onda e na interação íntima com a matéria se comporta como partícula.
    Décima primeira Mensagem
    Vamos estudar agora as ondas de luz nos dois universos. A luz
    também é um pouco  mais complexa do  que se entende atualmente na
    ciência material. Além da luz considerada como fenômeno eletromagnético 
    e da luz na forma de corpúsculos (quanta), existe também luz nos campos
    de energia positiva e de energia negativa.
    Considerada como fenômeno  eletromagnético  ela se propaga no 
    éter, ou campo  eletromagnético, que nada mais é do que o  conjunto  de
    pares (h+ h­) no nível zero de energia. Esta é a luz conhecida pela ciência
    material e que pode ser percebida nos dois universos.
    A luz manifestada como corpúsculo 
    2
    nada mais é do que um caso 
    especial de onda ainda não  considerada pela ciência, onde estão 
    superpostas duas ondas longitudinais:
    · a virtual, que se propaga no  campo  da energia negativa, que é o 
    conjunto das partículas h­, e;

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  23. · a material que se propaga no  campo  da energia positiva que é o 
    conjunto das partículas h+.
    Entretanto  esta forma de propagação  pode facilmente se
    transformar na onda transversal e a transversal na longitudinal,
    dependendo  das condições do meio  onde se propagam. A dualidade
    partícula­onda se reduz assim à mudança entre um e outro tipo de onda
    luminosa.
    Mas existem regiões do  universo  onde encontramos apenas
    matéria pura (buracos negros) ou  antimatéria pura (buracos brancos) 
    sendo  que aí só  ocorre o  campo  material ou  o  campo  virtual,
    respectivamente. Nestas regiões temos a luz material pura e a luz virtual
    pura, não  havendo campo  eletromagnético, sendo assim ambas
    longitudinais.
    No  caso  das ondas eletromagnéticas transversais temos as duas
    componentes de campo, a elétrica e a magnética em planos
    perpendiculares, sendo  as perturbações transversais à direção  de
    propagação da onda. No ponto onde a componente elétrica se anula temos
    um máximo  na componente magnética, como  já entendido  pela Física
    Clássica. Em um campo magnético intenso  o suficiente, os dois tipos de
    partículas elementares se separam dando origem a um elétron, formado 
    por h­  e a um pósitron formado  por h+. A separação  ocorre quando  o 
    campo  magnético  em cada onda é máximo, com campo  magnético  de
    mesma polaridade de modo que o elétron e o pósitron formados possuem
    momentos magnéticos idênticos.
    No  caso  dos quanta de luz temos uma energia E = n h 
    ± 
    v
    concentrada na meia onda superior sendo a energia da meia onda inferior
    aproximadamente nula.
    No caso da onda virtual pura a energia é dada por E = n h 
    ­­
    v.
    E para a onda material pura a energia é E = n h+ v.

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  24. “A matéria existe em estados para vós desconhecidos. Ela pode ser, por exemplo, 
    de tal modo etérea e sutil que não deixa nenhuma impressão em vossos sentidos; 
    todavia é sempre matéria, embora não a seja para vós.”
    O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 22 
    O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
    A teoria da Relatividade Restrita deduziu  a variação da massa com a
    velocidade, porém é necessário compreender em que circunstâncias isto é
    verdadeiro. Consideremos um observador e um corpo de massa m'o em repouso em
    relação a um sistema S' de coordenadas (x', y', z', t' ), e consideremos ainda um
    observador e outro corpo de massa mo em repouso em relação a outro sistema de
    coordenadas S (x, y, z, t). O sistema S' está dotado de velocidade uniforme v em
    relação ao sistema S. Neste caso valem as transformações de Lorentz para passar de
    um sistema de coordenadas para o outro.
    Para cada observador a massa do outro sistema é vista como uma massa
    maior do que se estivesse em repouso relativo a este observador. Portanto:
    m = m'o / (1­v²/c²)1/2 para um observador no Sistema S
    e m' = mo/ (1­v²/c²)1/2 para um observador no Sistema S'.
    Se as massas em repouso forem iguais para os dois observadores, m'o = mo,
    a massa vista do outro sistema serão iguais para os dois, m' = m, mas de um valor 
    simultaneamente maior que a massa que está em repouso  em cada sistema (aqui
    podemos falar de simultaneidade porque não se trata de eventos). Esse valor maior é
    a massa aparente que cada um mediria ao observar a massa do outro sistema em
    movimento relativo. Já a fórmula de equivalência de massa e energia, E = ∆ Mc²,
    representa um aumento real de massa ∆M sofrido por um corpo que absorveu uma
    energia E.
    Décima segunda Mensagem
    A força entre as partículas do  campo  ainda é desconhecida da
    Ciência. Mas é a responsável pela existência da massa e indiretamente
    pela gravidade. A compreensão  completa do  conceito  de massa só será
    possível depois que a Ciência desenvolver uma teoria da estrutura da
    matéria baseada no holograma. A massa será então  entendida como  a
    transformada de uma propriedade do holograma.

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  25. O valor da massa, como vimos, depende do tipo de quark, m ou l,
    na partícula atômica e o sinal da massa depende do sinal das partículas
    elementares do campo. Uma massa grande significa que a partícula está
    mais ligada ao  campo, tem mais inércia, sendo  os quarks m e ­m os
    responsáveis por essa força. Uma massa pequena, como a do elétron, está
    associada aos quarks l e ­l. Estas duas famílias de quarks são  também
    formados por partículas elementares às quais estão  associados o  campo 
    gravitacional e o  campo, ainda não  bem conhecido, da força fraca. A
    interação  das partículas elementares l e ­l com as partículas h e m, são 
    fracas em comparação com a interação das partículas m e ­m, entre si e
    entre as partículas h+ e h­. A equivalência entre massa e energia pode ser
    aqui ampliada se considerarmos que as partículas elementares h+ e h­
    estão relacionadas com a constante h  pela quantidade n  de pares destas
    partículas por ciclo de onda:
    h = ± n h 
    ±
    .
    As partículas elementares por si só  não  possuem massa mas,
    quando passam a fazer parte de uma partícula atômica, como no aumento 
    de energia da partícula, elas contribuem para a renormalização e para o 
    aumento  de massa devido  aos quarks m ou l do  campo  que serão 
    absorvidos para compensar o aumento de pares h ±. Não estamos falando 
    da massa aparente da Teoria da Relatividade mas sim de um real aumento 
    de massa. A massa aparente depende do movimento do observador e o que
    estamos nos referindo  aqui é ao  aumento  de massa relativamente ao 
    campo, considerado  como em repouso relativo  local. As partículas e o 
    campo, quando  em movimento  relativo  acelerado, estão constantemente
    trocando partículas elementares. Esta troca já foi observada como jatos em
    colisões de partículas de alta energia.
    Para uma dada frequência v, com energia do fóton E = n h ± v,
    temos um acréscimo de massa equivalente dado por E= ± ∆M c². Note­se
    que não  mencionamos aqui massa de repouso  do  fóton  por não  fazer
    sentido. A energia adicionada aparecerá, como dissemos acima, como um
    acréscimo  de massa na partícula atômica. Substituindo, vemos que o 
    acréscimo de massa ∆M é dado por:
    ∆ M = n h ± v / c².
    Consideremos agora a desintegração de um múon:
    µ 

    => e

    + v + v + m –m
    µ 
    ­­ 
    => e
    ­­ 
    + v + v + m –m
    O méson tem 207me e gera um elétron e neutrinos sem massa além
    de mésons (m ­m) ainda não detectados que voltam para o campo levando 
    consigo a diferença de massa.
    Da mesma forma:
    π 

    => µ 

    + v + m –m
    π 
    ­­ 
    => µ 
    ­­ 
    + v + m ­m

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  26. Múons e píons são elétrons com grandes acréscimos de quarks (m
    ­m). As partículas atômicas com alta energia também usam esse
    mecanismo  para armazenar energia. A maior parte dos mésons que se
    desintegram em elétrons liberam inúmeros pares m ­m e h+h­ em frações
    muito  pequenas para serem detectadas, já que possuem carga e massa
    nula. Estes pares se incorporam ao  campo ou  dão  origem à
    renormalização da Física.
    A massa negativa do elétron, como já vimos, é interpretada como 
    massa positiva. Sua energia, de fato, é positiva, pela absorção  de fótons
    materiais que se tornam em pares h ± da renormalização.
    Na levitação  da matéria juntamos partículas ­m embaixo  dos
    corpos, e partículas m em cima, anulando assim o efeito gravitacional, ou 
    a massa do corpo em relação ao campo material, isolando as partículas m
    da matéria do campo m do mesmo tipo. As partículas ­m parecem não ter
    existência no  mundo  material podendo  ser interpretadas como  buracos,
    dando  a interpretação análoga de flutuação ou empuxo com relação ao 
    campo gravitacional. O campo gravitacional é menos denso de ­m e mais
    denso de m na direção do centro da Terra. O empuxo assim é em relação à
    densidade do campo gravitacional material

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  27. Conforme vimos foi feita uma distinção entre o aumento de massa aparente
    e o aumento de massa por acréscimo de energia, este último se dando por absorção 
    de pares h ± e de partículas elementares m ou l do campo. A grande diferença entre a
    massa dos prótons e nêutrons e a dos elétrons se deve à presença dos quarks m nos
    prótons e nêutrons e dos quarks l nos elétrons e à força com que esses quarks são 
    atuados pelas partículas elementares m e l do campo. Da mesma forma os mésons
    apresentam maior massa que os elétrons devido aos pares de quarks e antiquarks m
    no méson. Infelizmente não foi possível anotar nenhuma relação entre a energia (ou 
    pares h ±) e a quantidade de partículas m absorvidas do campo.
    Por outro lado deve ser notada uma diferença fundamental entre os
    conceitos de massa negativa descritos até agora pela Ciência e os conceitos no 
    presente livro. Na teoria por  nós apresentada não se faz distinção entre massa
    inercial, massa gravitacional e massa­energia. Todo corpo tem apenas uma massa
    que é atuada pelo campo, num sentido ou no outro. Se um corpo de massa m1 está
    próximo de um grande corpo de massa m2  sofrerá a ação do seu  campo 
    gravitacional e do seu campo antigravitacional. Se a massa m1 for positiva e a massa
    m2 for material a aceleração de m1 será no sentido do corpo. Se a massa m1 for 
    negativa a aceleração será no sentido oposto. Não há como considerar que a “força”
    gravitacional, em uma massa m1 negativa, será invertida empurrando­a para longe,
    mas que devido à massa inercial negativa o  corpo acelerará no sentido oposto 
    aproximando­se. A massa m1 ser negativa significa apenas que m1 será repelida
    pelo campo e, portanto, se afastará da massa m2

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  28. Existe também uma diferença fundamental entre o campo eletromagnético e
    o  gravitacional. A atração ou repulsão entre cargas elétricas é realizada através o 
    campo e atua sobre a partícula que acelerará em uma ou outra direção conforme sua
    massa seja positiva ou negativa. O campo gravitacional tem seu anticampo e uma
    massa será positiva se tiver o mesmo sinal do campo. Assim, uma massa negativa no 
    campo  gravitacional será positiva no campo antigravitacional, ou seja, a massa é
    relativa ao campo gravitacional.
    Em um campo sem gradiente de densidade, se a massa for positiva haverá
    uma interação com o campo durante a aceleração que limitará a ação da força
    aplicada de modo que para acelerar mais será preciso aplicar uma 'força' maior; se
    não houver um campo atuando, uma massa positiva em movimento uniforme
    tenderá a continuar com a mesma velocidade porque a massa só se faz sentir quando 
    há uma aceleração.
    Uma massa negativa isolada também se manterá em movimento uniforme
    em um campo sem gradiente. Mas se tentarmos acelerá­la em uma certa direção, e
    isto é feito sempre através o campo, a massa acelerará na direção oposta porque esta
    é sua propriedade postulada, não havendo como tentar explicar o porque disso até
    que entendamos realmente o que é a massa. Em um campo gravitacional a
    aceleração  adquirida por uma massa negativa será sempre no sentido da menor 
    densidade do campo. Note­se ainda que não há necessidade de falar em termos de
    força, mas apenas em aceleração e se escolhermos um sistema de coordenadas
    curvilíneas adequadas poderemos dizer que a massa está em movimento uniforme
    nesse sistema, conforme ditado pelo Princípio de Equivalência da Relatividade
    Geral.

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  29. Vimos a massa está em parte relacionada com a quantidade de energia e
    esta com a quantidade de partículas h. Porém isto só não explicaria tudo. O fóton 
    pode ter a mesma quantidade de energia que um pósitron e um elétron, entretanto 
    tem massa nula. O nêutron tem carga nula e massa maior que o próton. O próton tem
    mesma carga elétrica do pósitron e do elétron e massa muito maior. Notamos
    portanto que o que importa na massa não é a carga elétrica mas a presença de
    partículas do campo de massa, material e virtual que podem compensar uma à outra.
    Em um nêutron a massa é grande porque tem muito maior quantidade de quarks m
    que de quarks ­l. Em um elétron ocorre o oposto, existe apenas quarks ­l,
    consequentemente dando­lhe uma massa negativa.
    Vimos também que em um campo magnético intenso, somando­se às forças
    que tendem a separar as partículas h+ e h­, há a força magnética em sentidos opostos
    para cada uma destas partículas elementares, causando a dissociação de um fóton em
    pósitrons e elétrons.
    Vimos que as partículas do campo, de mesmo sinal, se atraem pela nova lei
    dos semelhantes.
    A renormalização adquiriu novo significado.
    A inércia aqui é uma medida da resistência à modificação do movimento 
    (aceleração), devido à atração do campo, não havendo resistência à velocidade num
    campo sem gradientes.
    O movimento no universo se deve à perseguição da matéria pela
    antimatéria e vice­versa no universo virtual.
    O campo com gradiente representa um aumento na densidade de partículas
    em uma dada direção e, consequentemente, atração nessa direção. A gravitação 
    advém naturalmente como atração dos corpos pelo campo de massa, conforme a lei
    dos semelhantes. Logicamente partículas com sinais opostos ao campo seriam
    repelidos (levitação). A levitação tem seu  fundamento na massa negativa e a
    gravitação e o eletromagnetismo podem ser agora unificados. E se o campo contiver23 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte
    os dois sinais essa ação de atração e repulsão poderá ser reforçada ou  cancelada
    conforme a direção dos dois gradientes.
    Mensagem mais recente:
    Ficamos felizes por você ter compreendido tão bem as lições. Isto 
    se deveu ao fato de sua mente não estar presa aos conceitos tradicionais
    mas ter procurado  sempre novas explicações que, como esta, fugissem
    completamente dos conceitos instituídos. Isso faz a verdadeira Ciência e é
    necessário  grande dose de humildade para ter essa liberdade de
    compreensão. Você não  o  teria conseguido  sozinho  mas outros teriam
    falhado desde o começo por acharem absurdos os conceitos apresentados,
    sem coerência e até contraditórios. Pela sua persistência e fé no que estava
    fazendo, acreditando que de fato um curso proveniente do plano espiritual
    lhe estava sendo  ministrado, você faz jus à autoria deste trabalho  de
    recepção das presentes lições. Não se acanhe portanto em publicá­las após
    uma revisão cuidadosa para eliminar os erros iniciais devidos à novidade
    do  assunto. Não  se preocupe também com a liberação  desses
    conhecimentos, pois se o fizemos é porque nossos superiores acharam ser
    este o momento  adequado  de apresentá­los à humanidade. Não se iluda,
    pois este trabalho será motivo de mofa e ridículo, e anos se passarão antes
    que seja reconhecido como um guia epistemológico para a Ciência futura.
    Apresse­se em fazê­lo  pois o  progresso se faz necessário para o 
    enfrentamento  dos tempos difíceis que virão  para a humanidade. Estes
    conhecimentos serão  de grande utilidade para a perpetuação  da espécie
    humana no planeta no futuro. Haverão tentativas de utilizá­los para o mal,
    mas estaremos atentos para o fato, e a aceitação e comprovação da vida
    espiritual que advirá deste compartilhamento de conhecimentos no campo 
    científico  compensarão todo  o mal que poderia ser causado  pelas forças
    que tentam atrasar o  desenvolvimento  material, moral e espiritual da
    humanidade, aproximando definitivamente a ciência da religião

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