Vivemos um período mágico com as escolhas de Obama |
Uma lua obscura de Saturno pode ter uma combinação de água e compostos orgânicos necessários para a vida. Planetas girando em torno de outras estrelas foram vistos com telescópios pela primeira vez. Células-tronco não precisam mais ser extraídas de fetos ou mesmo de cordões umbilicais. O gigantesco acelerador de partículas, o LHC, foi ligado e funcionou, ao menos por um pouco. Deve entrar em funcionamento em meados de 2009. Mapas do cérebro por meio de ressonância magnética mostram onde fazemos escolhas morais e quando mentimos, uma descoberta com enormes conseqüências para o processo penal. E que podem ser usados para diagnosticar a doença de Alzheimer nos seus estágios preliminares. Essas são algumas das novidades da ciência de 2008. A lista, claro, é muito mais longa. Mas acho que já é o bastante para celebrar.
Ninguém pensa muito em celebrar a ciência ou os cientistas. Acho que isso deveria mudar. Sei que sou suspeito para falar. Mas olhe em volta. Veja as dezenas de aparelhos eletrodomésticos ou de eletrônicos, seu carro, seu celular, GPS, notícias e futebol ao vivo via satélite, a rapidez das telecomunicações, o progresso da medicina, a internet, os mistérios do universo -dos ocultos no interior dos átomos até os confins do cosmo- sendo revelados de forma magnífica. De onde vem isso tudo? Do trabalho de milhares de cientistas e engenheiros, de pessoas que dedicam suas vidas à busca do conhecimento e à melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Sem dúvida, existe o aspecto comercial da tecnologia. Também, nem toda a ciência é para o bem, como vemos no progresso das armas de destruição em massa, nas tecnologias de guerra biológica, na absurda exploração do planeta feita de forma irresponsável por megacorporações gananciosas. Mais uma vez, a lista é grande.
Mesmo assim, o fato é que nossas vidas, a sociedade moderna como um todo, depende inteiramente dessa infra-estrutura tecnológica. Se ela colapsa, se colapsam as telecomunicações, se ficamos sem energia elétrica, se cai a internet, voltamos a viver como vivíamos há 200 anos. Ficaríamos completamente paralisados. Ninguém mais sabe caçar (ou quase ninguém) ou viver diretamente do que a natureza produz. (Com exceção dos agricultores de subsistência, mas a sua produção seria ineficaz para manter a população global.) Imagine um mundo sem antibióticos, sem aviões, sem carros, sem ar-condicionado.
Após oito anos de uma administração que demonstrou desprezo pelo meio ambiente, de uma política internacional que inventou uma guerra mentirosa e que serviu apenas a alguns grupos de interesse, as coisas parece que estão mudando nos EUA.
Essa semana, Obama escolheu seu secretário de ciência, o equivalente ao nosso ministro de ciência e tecnologia, pasta bem servida atualmente pelo físico Sérgio Resende.
O escolhido aqui, John Holdren, é um físico de primeira linha e, tal como o novo secretário de energia escolhido pelo novo presidente, um militante do combate ao aquecimento global. O que me deixou esperançoso foi o que Obama disse: "minha administração irá restaurar o princípio básico de que decisões governamentais devem ser baseadas na melhor evidência científica possível, baseadas em fatos e não distorcidas por ideologia política".
Belas palavras, que celebram o papel da ciência em nossas vidas e o perigo de corromper fatos a serviço de ideologia. Estamos vivendo um momento mágico. A transição começou. O planeta Terra começará a ser respeitado como deve pelos que causavam os maiores danos. Estava mais do que na hora.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirA Teoria da Relatividade Geral é a que está valendo atualmente. Ela produz
uma teoria da gravitação que incorpora naturalmente a Teoria da Relatividade
Especial em sistemas inerciais e o Princípio da Equivalência, que diz que um
sistema que cai livremente em um campo gravitacional é equivalente a um sistema
inercial. Nas quatro últimas décadas do Século XX o confronto da Teoria com
experimentos sofreu um grande impulso com a descoberta de novos métodos de
solução de suas equações e com avanços observacionais, incluindo a observação de
pulsares e de candidatos a buracos negros, o início de um programa experimental
para detecção de ondas gravitacionais, versões melhoradas para os antigos testes da
teoria, a descoberta de pulsares binários, a análise de efeitos quânticos no exterior de
buracos negros, a descoberta de lentes gravitacionais e o início da teoria da
unificação da gravitação com as outras interações.
É de se notar também que a solução das equações proposta por Einstein
para o Universo como um todo contem um termo chamado de constante
cosmológica que visava inicialmente anular o efeito de expansão do universo
previsto nas equações (o termo cosmológico também poderia ser interpretado como
um ação antigravitacional). Com a equação modificada ele pôde obter modelos
estáticos para o Universo. Após a descoberta de Hubble de que o Universo estava na
verdade se expandindo, este termo foi abandonado por Einstein como desnecessário.
Porém as equações nesta forma prevêem uma taxa de expansão que implicavam
numa idade do Universo, calculada em 1940, de 2 bilhões de anos, enquanto que os
geologistas nesta época calculavam que a idade da Terra fosse de 3,5 bilhões de
anos, mais velha portanto do que o Universo. Os astrônomos encontraram então
sérias falhas no método que estava sendo usado para calcular as distâncias das
galáxias usadas para calcular a idade do Universo. As novas determinações de
distâncias colocaram estas galáxias muito mais afastadas do que se pensava
previamente. A idade do Universo implicada por estas novas medições ficaram
então em cerca de 10 bilhões de anos, o que, juntamente com resultados de cálculos
da abundância de hélio e da radiação de fundo de microondas, afastariam
definitivamente a ideia de um Universo estável. A Física nos mostra que a energia
ResponderExcluirde ligação gravitacional de um corpo é negativa e que se este corpo se tornar mais e
mais compacto, a massa total do corpo se tornaria negativa, exercendo a
antigravidade. Porém o Teorema da Energia Positiva, que foi provado tanto
matematicamente como também por físicos de partículas e pelos relativistas, diz que
na relatividade geral a massa total assintótica de um corpo isolado deve ser não
negativa, e um corpo que chegue perto da violação deste teorema se torna instável e
deve colapsar para formar um buraco negro de massa positiva. Entretanto veremos
que este teorema, válido para o Universo Material, teria seu correspondente para as
massas negativas do Universo Virtual e, como veremos, este buraco negro de massa
positiva se tornará um buraco branco de massa negativa no Universo Virtual.
O Espiritismo considera a gravidade em respostas isoladas em O LIVRO
DOS ESPÍRITOS, que são na maioria citadas no início de cada capítulo do presente
livro. Além disso, devem ser considerados os fenômenos de levitação descritos em
vários livros espíritas, onde se pode constatar a relativa facilidade com que os
Espíritos conseguem controlar a levitação.
O Campo Gravitacional
ResponderExcluirO campo de energia, ou simplesmente campo, é constituído pelos
diversos tipos de partículas elementares e suas antipartículas, positivas e
negativas, embora com densidades locais diferentes. A atração e repulsão
que as partículas nucleares exercem sobre as diversas partículas do campo
produz gradientes de densidade no campo, que a ciência denomina de
curvatura do campo, mais denso próximo da Terra para o campo material
e menos denso próximo da Terra para o campo virtual.
O éter nada mais é que o conjunto de partículas h+ e h. Quando
em pares orientados ou dipolos formam os campos eletromagnético e anti
eletromagnético, que diferem apenas pelo excesso de uma das partículas
elementares.. Os campos gravitacional e antigravitacional são o conjunto
de partículas elementares m e m, que formam gradientes opostos de
densidade em torno da matéria e da antimatéria. Nenhuma massa é apenas
matéria ou apenas antimatéria, havendo sempre uma proporção menor de
antimatéria, em estado de energia negativa, permeando os corpos
materiais. A densidade de partículas m é maior em direção ao centro de
massas materiais onde a quantidade de antimatéria, em nível negativo de
energia, é correspondentemente menor, e também a densidade de
partículas m é menor em direção ao centro de massas materiais. Nos
corpos, de antimatéria, como os quasares, ocorre o inverso, com
densidades maior de antipartículas elementares m e menor de partículas
elementares m em direção ao centro.
Os buracos negros são os pontos do universo material onde a
matéria e a energia positiva do campo material são absorvidas e enviadas
para o universo virtual. Lá eles atuam como buracos brancos, emitindo
essa energia. Os buracos brancos são os pontos do universo material onde
a antimatéria e a energia negativa absorvidas no campo virtual são
ResponderExcluirrecebidas na forma de energia positiva. O que no universo material é um
buraco branco será um buraco negro no universo virtual e vice versa. Por
analogia, podemos denominar os quasares de buracos brancos. Enquanto
os buracos negros atuam como uma lente convergente, os buracos brancos
atuam como uma lente divergente.
Entretanto, os buracos brancos conservam a polaridade virtual no
campo material e repelem a energia positiva do campo. É como se os
buracos brancos fossem uma janela aberta através a qual a matéria pode
ser afetada à distância. Da mesma forma, os buracos negros conservam a
polaridade material no universo virtual e repelem a energia negativa do
campo. Assim os buracos brancos repelem energia positiva no universo
material e a energia negativa no universo virtual; e os buracos negros
repelem energia negativa no universo material e a energia positiva no
universo virtual.
Conforme já explicado no Capítulo 3, dentro dos buracos brancos
e dos buracos negros a matéria e a antimatéria estão intimamente unidas
perdendo sua distinção e constituindo um fluido único, misturandose
quarks e antiquarks sem formação de partículas e antipartículas. A matéria
absorvida no buraco negro após ser emitida no universo virtual se
transmuta em antimatéria e a antimatéria absorvida no universo virtual
após ser emitida nos buracos brancos do universo material se transmuta
em matéria. Isto ocorre porque, conforme os quarks e antiquarks são
rematerializados, há um rearranjo automático para as condições do campo
local. Assim os buracos brancos emitem luz e matéria no universo material
e os buracos negros emitem luz e antimatéria no universo virtual.
2. A Levitação
A vontade do espírito é a chave para dirigir as partículas do
campo numa ou noutra direção, bastando alterar o holograma subjacente.
Analisaremos aqui como usar as partículas do campo gravitacional para
fazer a levitação. Se pela força de vontade, atuando no holograma,
deslocarmos partículas elementares m para baixo de um corpo e
simultaneamente deslocarmos partículas elementares m para cima do
mesmo corpo, invertemos ou anularemos o gradiente do campo
gravitacional local. Por outro lado a bolha formada pelas partículas
elementares tenderá a flutuar devido à força de empuxo no campo
gravitacional. O corpo levitará podendo até mesmo se dirigir no sentido
oposto da atração gravitacional. Porém, se assim o desejarmos, a massa
gravitacional pode assim se tornar praticamente nula e então, atuando com
nossa vontade, reorganizamos o holograma do campo mental e o corpo se
moverá automaticamente para onde desejamos. Um espírito encarnado
poderá fazer o mesmo usando sua vontade para atrair para o seu corpo as
partículas elementares m do campo gravitacional e, deste modo, levitar.
Ele pode então deslocar o corpo em levitação. A vontade aqui, obviamente,
não é a vontade consciente mas a do espírito.
O Fluido Vital
ResponderExcluirPara manipular o FCU empregamos o mesmo mecanismo: usando
nossa força de vontade, que nada mais faz do que modificar o holograma,
podemos movêlo.
O fluido vital é o FCU dotado de vibrações coerentes; quando se
trata de fluido retirado de um organismo vivo, a estrutura do fluido é
aproximadamente a do corpo físico, sendo então chamado de fluido
magnético ou animal; quando se trata de fluido fornecido por um espírito
desencarnado, a estrutura do fluido é aproximadamente a do perispírito,
sendo chamado de fluido espiritual. Devido à diferença entre as distâncias
interatômicas na matéria e na antimatéria, a frequência das vibrações
coerentes encontradas no fluido animal são diferentes daquelas do fluido
espiritual. As vibrações do fluido espiritual por si só não afetariam muito o
estado de um corpo material, mas apenas seu estado psíquico, porém o
fluido espiritual serve como transportador do fluido animal, porque
quando está associado ao fluido animal facilita a manipulação deste pelos
Espíritos. O fluido presente num corpo vivo adquire as vibrações coerentes
peculiares de toda célula viva, dada pelas moléculas de DNA e RNA.
Mesmo quando temporariamente fora do corpo, essas vibrações coerentes
ainda permanecem por algum tempo. Recentemente Fröhlich
6
estudou este
tipo de coerência, denominando o processo de condensado de Bose
Einstein em sistemas biológicos coerentemente excitados. O fluido retirado
de um ser vivo, com o tempo perde essas características, transformandose
em energia, com maior entropia, ou em estado de maior desorganização.
Porém, se esse fluido vital for retirado de um corpo sadio e imediatamente
doado a um corpo enfraquecido, fará com que suas estruturas moleculares
entrem em sintonia com essas vibrações coerentes, revitalizandoo, como
ocorre nos casos de curas ditas magnéticas ou espirituais.
O corpo espiritual permanece ligado ao corpo físico pelo Fluido
Vital, por suas vibrações coerentes que lhe são transmitidas pela estrutura
celular. Quando o corpo físico falece, cessando estas vibrações, ocorre o
desprendimento do corpo espiritual. No sono, sendo o perispírito muito
maleável, pode se distender indefinidamente tomando a aparência de um
cordão. A parte que fica fora do corpo pode tomar a forma do corpo físico
mas no corpo continua sempre uma parte do fluido, ocupandoo em toda
sua extensão.
4. O Princípio da Relatividade Virtual
ResponderExcluirVoltemos agora ao assunto das energias positiva e negativa.
Dissemos que um elétron em seu estado material é constituído de cargas
negativas e massa leptônica negativa, e que o pósitron é constituído de
cargas positivas e massa leptônica positiva. Porém esta afirmativa só é
válida no universo material já que o sinal da massa é relativo aos sinais do
ResponderExcluircampo e da carga bariônica da partícula atômica. Este é o Princípio da
Relatividade da massa ou o Princípio da Relatividade Virtual:
PRINCÍPIO DA RELATIVIDADE VIRTUAL
ResponderExcluirQuando a carga bariônica ou leptônica tem o mesmo sinal do campo, a
massa da partícula é positiva.
Um elétron em níveis negativos de energia tem massa positiva e
um pósitron em níveis positivos de energia tem massa positiva. Pósitron e
elétron no mesmo nível de energia terão forçosamente massas opostas.
Relativamente a um observador no universo virtual, a energia e a massa
negativas para o universo material são denominadas positivas, sendo
chamada de negativa a energia que prevalece no universo material. No
universo virtual, por convenção, os antiprótons têm carga positiva e os
pósitrons carga negativa, daí que só é necessário considerar os sinais das
cargas e da massa quando se está estudando partículas de um universo no
outro.
Quando pósitron e elétron se fundem temos um fóton de carga
neutra e massa nula, que pode ser absorvido no campo ou, passando por
um campo intenso, dissociar suas cargas gerando novamente um elétron e
um pósitron.
No universo virtual, devido à massa relativa negativa do pósitron,
a força de repulsão entre os dois produz uma aceleração do pósitron em
direção ao elétron; este por sua massa relativa positiva tende a se afastar,
devido à repulsão, resultando numa perseguição do elétron pelo pósitron
que pode se estabilizar num movimento orbital em torno de um centro
comum; é o par pósitronelétron referido acima. No universo material, o
pósitron tem massa relativa positiva e o elétron tem massa relativa
negativa, portanto é o elétron quem persegue o pósitron.
A antimatéria não aniquila a matéria, por terem massa e carga
elétrica de sinais opostos e existirem em níveis distintos de energia. Os dois
universos coexistem, embora em níveis diferentes de energia, sem
aniquilamento por um equivalente do princípio de exclusão de Pauli ou
Princípio da exclusão Virtual:
PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO VIRTUAL
Uma partícula de matéria não pode ocupar o mesmo estado de qualquer
outra antipartícula e viceversa.
Então, resumindo, no universo material temos átomos com núcleo
de prótons (porque se atraem por terem mesma carga e massa aparente
positiva) e elétrons em órbita que apesar de serem repelidos pelos prótons,
são aparentemente atraídos por eles (por terem massa aparente negativa).
Pelo mesmo raciocínio dois elétrons se atraem, mas aparentemente se
comportam como se estivessem sendo repelidos por terem massa negativa
Nesta mensagem aprendemos com os Espíritos como matéria e antimatéria
ResponderExcluirpodem coexistir sem se aniquilarem mutuamente, seja por estarem em níveis
diferentes de energia, seja por formação de pares ou dipolos no nível zero de
energia. A antimatéria se situa principalmente no Universo virtual onde está sujeita
às mesmas leis da matéria no Universo material. Isto decorre diretamente do
Princípio da Relatividade Virtual, pois a antimatéria no Universo Virtual tem massa
positiva, e podemos inclusive, por convenção, trocarmos seu nome pelo da partícula
material correspondente. Aprendemos também que a gravidade é composta de dois
campos, o material chamado de campo gravitacional e o virtual chamado de campo
antigravitacional porque a matéria é repelida por ele. Na nossa galáxia, e portanto na
Terra, o campo gravitacional predomina, como também a matéria, em relação ao
campo antigravitacional e à antimatéria do Universo virtual local. Vimos também o
papel dos buracos brancos e negros na transferência de energia e de matéria e
antimatéria entre os dois Universos, havendo uma transmutação de matéria em
antimatéria e vice versa, como decorrência da adaptação ao campo de energia local.
Um corpo material que aumenta sua massa acaba por entrar em colapso,
transformandose num buraco negro, e a matéria passa como antimatéria para o
Universo virtual. O inverso ocorre nos buracos brancos.
A teoria de Frölich é aplicada aqui na explicação das curas espirituais e no
mecanismo da ligação do perispírito com o corpo, nos Espíritos encarnados.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirA Física ainda não considerou a quantização do movimento e não aceita os
fenômenos espirituais de transportes de matéria, materializações, curas espirituais,
mediunidade e outros. Existem uns poucos médicos e cientistas que aceitam a
influência da mente sobre a matéria, mas, a maioria tenta, sem sucesso, explicar
esses fenômenos através da parapsicologia. O Espiritismo porém está bastante
adiantado nesta área, havendo uma vasta literatura a respeito. Esta lição dos
Espíritos vem agora preencher o que seriam lacunas nestas duas áreas do
conhecimento.
Sétima Mensagem
Hoje vamos estudar o movimento das partículas. Creio que você já
teve intuição a respeito quando imaginou que todo movimento é
quantizado. Sendo o holograma quantizado, o movimento se dá aos saltos.
Nada na verdade é contínuo nem o espaçotempo, consequentemente o
movimento também não é contínuo. Daí que todas as grandezas da Física
também são quantizáveis, como a energia, a temperatura, a massa, etc.
Mas além de ser quantizado todo movimento é holográfico no sentido de
que todo o holograma subjacente na mente universal é alterado, conforme
já tínhamos dito nas primeiras aulas. Daí é fácil entender que todo o
Universo está interligado e não há nada que aconteça que seja por acaso.
Esta é de certa forma a teoria da sincronicidade e da ação à distância.
Como o espaço é preenchido de energia, composta de partículas
elementares pontuais dos dois universos, temos entre cada dois pontos do
espaço do universo material, um ponto não real que pertence a outra
dimensão, ou outro plano. Um corpo que se desloca, portanto, ora passa
por um ponto real ora pelo intervalo não real e a passagempor este espaço
não real é o que a Ciência denomina de efeito túnel. É passando por esse
espaço que o espírito pode atravessar a matéria, fazer materializações e
transporte de matéria.37 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Pr
O mundo material é formado pelos átomos e entre eles está o
ResponderExcluircampo formado pelas partículas elementares com energia positiva. Entre
essas partículas podemos vislumbrar os átomos virtuais e as partículas
elementares com energia negativa que formam o mundo espiritual e entre
as partículas elementares com energia positiva e negativa, ainda mais
diminutas, poderíamos vislumbrar as partículas do mundo mental que, por
serem parte do holograma, servem de matriz tanto para o mundo espiritual
quanto para o material. Aliás, até mesmo as partículas elementares de
energia positiva e negativa são constituídas de pontos desse holograma.
Esta é também a explicação para a coexistência do mundo
espiritual com o material, lado a lado. O cérebro do corpo material foi
acostumado a perceber apenas o mundo real. Entretanto ele poderá ver
naturalmente ambos os mundos, se devidamente treinado, ou se desde
criança não for ensinado a não ver o mundo espiritual. Ele poderia então
percebêlo normalmente, entre os espaços dos pontos materiais, pois estará
vendo com os olhos do seu espírito, através uma conexão com o cérebro do
perispírito.
Quando queremos mover um objeto, isso ocorre primeiro no
holograma e a ação decorrente nada mais é que o reflexo do que está
sendo mudado no holograma. Primeiro imaginamos o que queremos fazer,
depois nos introvertemos e se a ação estiver de acordo com as Leis
Naturais, o holograma é modificado correspondentemente e recebemos o
impulso para executála – isto é o que denominamos de vontade. Assim,
pela vontade podemos, modificando o holograma, realizar os chamados
milagres, que só ocorrem se estiverem de acordo com a vontade ou lei
divina. É assim também que nós, Espíritos, conseguimos atuar sobre a
matéria – usando nossa vontade modificamos o holograma.
Se a mente comandar uma modificação, de modo que os pontos se
alternam de positivos para negativos, e se essa alternância for sucessiva
entre os pontos vizinhos teremos o movimento do campo. Para um corpo
material subconjuntos de pontos do corpo são alterados como acima e o
corpo vai assim ocupando posições sucessivas na matriz fazendo o
movimento. O corpo pode também ser desmaterializado totalmente e
instantaneamente materializado em local distante, uma vez que esse
transporte seria feito no holograma do campo mental. Isto é o que é
chamado no Espiritismo de “Transporte de Matéria”
Dirac, em sua Teoria do Pósitron
ResponderExcluir1
, mostrou que na teoria quântica não é
mais possível considerar que a energia do elétron assuma apenas valores positivos.
Um elétron com energia positiva maior que mc
2
pode saltar para um estado de
energia negativa menor que mc
2
. Um elétron de energia negativa poderia constituir
precisamente um pósitron, porém, como os pósitrons observados tem energia
cinética positiva, Dirac considerou que no Universo tal qual o conhecemos, os
estados de energia negativa fossem quase todos ocupados por elétrons, não mais
acessíveis à nossa observação devido à sua distribuição uniforme em toda a extensão
do espaço. Nestas condições, todo estado de energia negativa não ocupado seria
observado como uma lacuna e estas lacunas constituiriam os pósitrons.
Oitava Mensagem
ResponderExcluirHoje vamos iniciar o estudo da matéria virtual. Falaremos apenas
dos átomos virtuais, matéria sutil que a Ciência considera como sendo
energia. Esses átomos virtuais estão num nível de energia abaixo dos níveis
que são percebidos no mundo material, numa outra dimensão ou, podemos
dizer mais precisamente, na direção negativa da dimensão energia. No
nível zero de energia, entre os dois universos, está o campo com seus
dipolos elétricos formados de pares de partículas elementares e suas
respectivas antipartículas, pares elétronpósitron girando em torno um do
outro, com massa total nula, pares de quark e antiquark e mésons. Dirac
chegou perto do assunto quando descreveu um mar de elétrons virtuais. O
espaço não contém apenas elétrons virtuais mas também elétrons livres e
pares pósitronelétron com energia nula. Nos níveis negativos de energia
estão os átomos virtuais. Os pósitrons da camada externa dos átomos
virtuais, os pósitrons livres e os pares pósitronelétron são aqueles
ResponderExcluirconsiderados por Dirac.
Um fóton contendo um par pósitronelétron poderá se dissociar
num campo magnético intenso, gerando as curvas das câmaras de bolha.
Um fóton poderá também colidir com um átomo virtual, transferindolhe
energia positiva e fazendo saltar um pósitron para estados mais elevados
da matéria visível. Um pósitron no universo material poderá se associar a
um elétron pelo processo que descrevemos atrás, constituindo um par
pósitronelétron, ou ser absorvido num núcleo atômico, para onde é
atraído, ou ainda decair para níveis negativos de energia. Quando pósitron
e elétron se unem, formando pares, emitem fótons aparentando terem se
aniquilado. A aniquilação entre os dois só ocorre em casos especiais de
colisão com grande energia, como nos aceleradores de partículas, gerando
outras partículas como dissemos acima. Em estado de alta energia os dois
se unem formando um fluido de quarks e antiquarks em fusão, fluido esse
que pode se rematerializar dando origem a quarks e antiquarks
dissociados, bárions, mésons ou novamente a um par pósitron e elétron.
A matéria virtual nada mais é que a antimatéria no universo
paralelo virtual, com toda a gama de partículas atômicas e subatômicas,
convivendo lado a lado com o universo material, interpenetrandose como
se fossem complementares, interagindo muito fracamente devido aos seus
diferentes níveis quânticos correspondentes, sem nenhuma influência
química considerável entre um e outro. Cosmológicamente falando, a
matéria virtual é a matéria que a Ciência diz que estaria faltando no
universo, porque ambos os planos contribuem com sua atração para deter
a expansão do Universo.
Mas é claro que existem diferenças, devido aos níveis de energia
diferentes. O espectro da luz emitida e absorvida pela matéria virtual está
numa faixa não visível, podendo ser detectadas por alguns equipamentos,
mas frequentemente têm sido confundidas com a luz emitida pela matéria
comum. Algumas radiações virtuais emitidas são simplesmente
denominadas de radiação de fundo, como se estivessem livres no espaço,
por falta de melhor explicação dentro das teorias existentes, que não levam
em consideração o universo virtual. Alguns elementos químicos não
existem no Universo virtual, mas existem outros que não têm
correspondentes no mundo material, como também existem diferenças no
número de nêutrons de diversos isótopos.
Nas regiões do universo predominantemente materiais, onde o
campo virtual tem menor densidade, as órbitas externas dos átomos de
matéria virtual são de diâmetro relativo menor que as órbitas K dos
átomos materiais. Desta forma, seus átomos são menores e, mesmo em
níveis positivos de energia, podem penetrar com facilidade a matéria. Num
campo virtual de densidade pequena as distâncias interatômicas virtuais
são maiores, tornando as substâncias relativamente rarefeitas, menos
densas e mais maleáveis. A frequência da luz visível em nosso mundo
espiritual, está abaixo da faixa do ultravioleta.9 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte
Quando um fóton se dissocia, poderá na verdade estar colidindo
ResponderExcluircom um par pósitronelétron de energia nula. A emissão espontânea de um
pósitron, no universo material, pode resultar da absorção de fótons por
átomos virtuais, com energia suficiente para fazer o pósitron saltar para os
estados mais elevados de energia da matéria visível. O pósitron que tem
massa negativa no universo virtual se apresenta com massa positiva no
universo material, conforme o Princípio da Relatividade Virtual. Esse
pósitron eventualmente interage com um elétron e, neste caso, a carga e a
massa de sinais opostos de ambos contribuem para formar pares neutros
de massa nula, com emissão de fótons, aparentando a aniquilação dos dois.
É mais provável entretanto que o pósitron emita o fóton absorvido,
decaindo de volta para níveis negativos de energia.
Da mesma forma que um elétron no universo material, um
pósitron em órbita no universo virtual, ao receber energia salta para
órbitas externas. O nível zero de energia se situa entre as dimensões
positivas e negativas de energia e não nas órbitas externas. No nível zero o
pósitron ou o elétron podem receber ou emitir energia, determinando para
qual universo decairão.
C
Como vemos aqui, ao contrário do conceito de Dirac, os pósitrons não são
ResponderExcluirlacunas e existem elétrons e pósitrons nos dois universos. O universo material, por
convenção, está em níveis positivos de energia enquanto que o universo virtual está
em níveis negativos de energia. As partículas de antimatéria tem massa negativa e
portanto energia negativa, porém, por convenção, no universo virtual são
consideradas como tendo massa positiva. Entre os dois universos, e portanto comum
aos dois, está o nível de energia zero, com o FCU e as partículas de matéria e de
antimatéria em baixo nível de energia. Existem diferenças entre as propriedades das
substâncias nos dois universos bem como na faixa de frequência da luz visível em
cada um.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirApós a Teoria da Relatividade Especial que considera o tempo como mais
uma coordenada, equivalente ao espaço, o Universo passou a ser descrito como um
contínuo quadridimensional espaçotempo. O efeito túnel foi então descrito como
uma passagem pela dimensão tempo neste espaço quadridimensional. Isto deu vazão
a muitas histórias de ficção com viagens pelo tempo, para o passado e para o futuro,
levantando muitos paradoxos.
Devido à impossibilidade de reproduzir de forma controlada em laboratório
os fenômenos espíritas, já que obviamente os Espíritos sendo seres inteligentes, com
sua própria vontade, não se sujeitariam a isto, a Ciência preferiu ignorar a existência
desses fenômenos, preferindo estudar aquilo que era possível de ser repetidamente
confirmado por toda a comunidade científica. Assim, o pouco que foi feito em
termos científicos, não se tratando de fenômenos parapsicológicos, só pode ser
encontrado na literatura espírita; a explicação encontrada não difere muito do
conteúdo deste livro e por ser extensa não a repetiremos aqui. Vamos então à nona
mensagem que traz sutilezas adicionais sobre o assunto.
Nona Mensagem
Um espírito pode estar no plano da mente, no plano espiritual ou,
quando mais densificado por adição de partículas do campo, no plano
material, ou ainda encarnado num corpo material. Cada uma destas
situações representam um grau de profundidade no campo da energia.
Haveriam em princípio três regiões: a material, a espiritual e a mental e
entre as duas primeiras uma interpenetração dos dois planos que
chamaremos de “região de coexistência”. Da mesma forma existe uma
transição entre os planos espiritual e mental. Poderíamos esquematizálas
como regiões concêntricas, com o plano mental no centro seguido do plano
espiritual e do plano material na periferia. Neste esquema mostrado na11 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte
figura abaixo, podemos simbolizar melhor o transporte de matéria de
forma quase instantânea entre dois pontos distantes A e B, quando é feito
passando pelo campo mental:
No gráfico acima o raio dos círculos seria a dimensão adicional
ResponderExcluirque podemos chamar de quinta dimensão, que é a dimensão da energia,
que teria o nível zero na interface entre os planos material e espiritual,
ficando a energia negativa nos planos espiritual e mental. Se
convencionássemos colocar a origem da energia no centro, todas as
regiões teriam energia positiva diferindo apenas pelo nível. A curvatura do
espaço é denominada agora de curvatura do quindimensional espaço
tempoenergia quantizado.
A luz conhecida no mundo material, em seu aspecto ondulatório,
pode ser entendida como flutuação na densidade da energia positiva, a luz
do plano espiritual como flutuação da densidade da energia negativa e a
luz do plano mental como flutuações do campo mental. Cada uma destas
três formas de luz podem ser percebidas nos outros planos. A luz do plano
espiritual é a responsável pela formação da aura nos corpos materiais e a
luz do plano mental é sentida como a luz do Amor espiritual.
O campo de energia, ou simplesmente FCU, no nível zero de
energia, entre os dois universos, é constituído pelos diversos tipos de
partículas elementares e suas antipartículas, positivas e negativas, embora
com densidades locais diferentes. Essas partículas elementares e suas
respectivas antipartículas formam os dipolos elétricos. Além disto, pares
elétronpósitron girando em torno um do outro, com massa total nula,
pares de quark e antiquark e mésons também entram na constituição do
FCU. Para níveis de energia mais positiva o campo vai tendo cada vez
mais excesso de partículas elementares h+ e pares de partículas materiais
livres. Da mesma forma quanto mais negativo o nível de energia mais
excesso de partículas h e antipartículas virtuais são encontradas no
campo. Uma antipartícula só é virtual se possuir energia negativa. Uma
antipartícula com energia positiva encontrase no mundo material.
No espírito encarnado as energias positivas e negativas estão mais
intimamente ligadas, embora cada uma em seu plano, graças à natureza do
fluido vital que nada mais é que o FCU dotado de características especiais
de vibração coerente, induzida no íntimo da estrutura celular. O perispírito
adquire então estrutura semelhante à do corpo material e possui órgãos
sensoriais correspondentes, permitindolhe a percepção da luz espiritual
ResponderExcluirem seu cérebro perispiritual. Por meio de treinamento adequado é possível
intensificar a comunicação entre os dois cérebros de modo a desenvolver
os diversos tipos de mediunidade. Isso exige uma alta capacidade de
abstração das sensações materiais, obtida com o auxílio da meditação, de
modo a se poder sentir a sutil comunicação interior.
Como a região central é o plano mental podemos nos referir às
três formas de energia também pelo nome de consciência que teria assim
os três planos já conhecidos: consciência objetiva (a do plano material),
subconsciência ou inconsciente coletivo (a do plano espiritual) e
consciência cósmica (a do plano mental). Os transportes de matéria por
efeito túnel não são uma viagem pelo tempo como se diz na ficção de hoje,
na verdade são uma viagem através da consciência ou energia.
Obviamente existe diferença entre consciência e energia. Podemos dizer
que a consciência é um processo dinâmico de transferências de energias,
que implica na existência de um organismo capaz de realizar essas
transferências, embora no plano mental não haja necessidade desse
organismo pois o próprio holograma já constitui por si mesmo um sistema
organizado autoconsciente, ou onisciente. Deve ser notado entretanto que
os níveis de consciência correspondem a diferentes níveis ou estados de
energia. Esta é a razão da meditação, onde aquietamos nosso cérebro
material que funciona em nível elevado de energia embaraçando a
observação do funcionamento do cérebro perispiritual.
ENERGIA
ResponderExcluirPode o homem compreender a natureza íntima das coisas?
— “Não. Para isto faltalhe um sentido.”
O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 10
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
No fim do século XIX foi descoberto o efeito fotoelétrico onde uma
superfície de metal iluminada por luz de frequência suficientemente alta (luz
ultravioleta) emite elétrons. A distribuição de energia dos fotoelétrons emitidos
independe da intensidade da luz. Uma luz intensa produz mais elétrons, mas a
energia média do elétron é a mesma sempre que a frequência for a mesma. Pela
teoria ondulatória o fenômeno não pode ser explicado porque a produção de elétrons
é instantânea, e seria necessário cerca de um ano para que o elétron acumulasse a
energia necessária para saltar. Igualmente estranho do ponto de vista da teoria
ondulatória é a energia do elétron depender da frequência da luz incidente. Abaixo
de certa frequência crítica, característica para cada metal em particular, os elétrons
não são emitidos.
Em 1905 Einstein publicou um trabalho mostrando que o efeito poderia ser
entendido se fosse adotada a solução que Planck usara, cinco anos antes, para
derivar o espectro da radiação emitida por corpos negros. Segundo Planck, a
radiação era emitida descontinuamente em pequenos pacotes de energia
denominados quanta. Os quanta associados a uma frequência particular v da luz
emitida possuem todos a mesma energia sendo essa energia E diretamente
proporcional a v, isto é:
E = hv
Onde h é a Constante de Planck. Planck então não duvidava que embora a
energia fosse irradiada por pulsos ela devia se propagar na forma de ondas
eletromagnéticas. Einstein propôs que a luz não só fosse emitida como um quantum,
mas também que se propagava como quanta individuais. Explicou então o efeito
fotoelétrico com a fórmula empírica:
E = hv hvo
Onde E é a energia máxima do fotoelétron e hvo a energia mínima
necessária para desalojar um elétron da superfície metálica que está sendo
iluminada, sendo vo_a frequência mínima associada correspondente. Os fotoelétrons
não possuem todos a mesma energia porque seria necessário mais trabalho para
ResponderExcluirarrancar os elétrons que se situam mais abaixo da camada superficial.
É curioso observar que a teoria quântica, que aborda a luz como um estrito
fenômeno corpuscular, coloca explicitamente a frequência v que é estritamente um
conceito ondulatório. A posição da Física hoje é que a teoria ondulatória da luz e a
teoria quântica da luz se complementam entre si. A verdadeira natureza da luz
deixou assim de ser significativa.
Décima Mensagem
Continuando nossa descrição do FCU podemos dizer que é
formado pelas diversas partículas elementares dando origem aos diversos
campos. Em especial, as partículas h+ e h podem se unir em pares
formando o campo eletromagnético. Quando n destas partículas estão
agrupadas formando um pacote são denominadas de quantum sendo sua
energia proporcional à quantidade dessas partículas elementares. A
energia de um quantum é dada por h = n h+ quando falamos de campo de
energia positiva, e h = n h quando se trata de campo de energia negativa.
Porém o que se considera normalmente como energia é aquela
referente ao campo eletromagnético, formado por pares h±. Neste caso a
energia do quantum será dada por h = n h±, onde h± é a energia de cada
par e h é a Constante de Planck.
Em média existem n pares de partículas de FCU por comprimento
de onda, e como n depende da densidade do campo a Constante de Planck
passa a ser uma constante local. Teremos assim que, para um dado local, a
energia transferida por segundo por um feixe de ondas de frequência v será
de E = h v = n h± v.
Se considerarmos que a lei E = mc² esteja correta, teremos
também dois sinais para a massa, m+ e m. A massa m seria a da
antimatéria e a lei da energia seria dada por: E = ± mc².
Não há então necessidade de conceituar a antimatéria como sendo
matéria viajando para traz no tempo. Tudo se passa como se existissem
dois campos, um de energia positiva e outro de energia negativa,
interpenetrandose, porém sem interferir um no outro. A matéria interage
com a matéria através o campo material e a antimatéria interage com a
antimatéria através o campo antimaterial. No nível zero seria os campos
material e antimaterial estão unidos, ou seja, as partículas h+ e h estão
unidas formando pares. Aliás, estes pares estão presentes também próximo
às partículas com carga elétrica, dando origem à renormalização
considerada pela Física.
No quantum temos n pares de partículas h± com uma dada
quantidade de movimento que só depende da frequência v. Daí segue que
numa interação com a matéria a energia dos fótons só depende da
frequência enquanto a amplitude depende da quantidade de fótons. Sendo o
elétron pontual, são as partículas h± que colidem com ele e não o quantum
como um todo rígido. Se o momento da partícula h+ for pequeno
(frequência < vo) o elétron não salta. Se o valor do momento da partícula h
A LUZ VIRTUAL
ResponderExcluir“Os Espíritos estão por toda parte; povoam o espaço infinito. Estão
continuamente ao vosso lado, observando e agindo, malgrado vosso, porque são
um das forças da natureza e os instrumentos de que Deus se serve para a
realização de seus desígnios providenciais”.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 87
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
Conforme vimos no capítulo anterior a hipótese de que a onda se propaga
como uma série de quanta foi usada para explicar o efeito fotoelétrico. Entretanto a
teoria ondulatória é uma das teorias físicas mais firmemente estabelecidas,
constituindo o único meio de explicar a difração e a interferência. A situação aqui é
diferente daquela em que temos a mecânica relativística e a mecânica newtoniana,
onde esta é uma aproximação da primeira. Um feixe de luz pode ser refratado por
um retículo e depois causar a emissão de elétrons numa superfície metálica, porém
não simultaneamente. Mas podemos notar que, quando a luz se propaga se comporta
como onda e na interação íntima com a matéria se comporta como partícula.
Décima primeira Mensagem
Vamos estudar agora as ondas de luz nos dois universos. A luz
também é um pouco mais complexa do que se entende atualmente na
ciência material. Além da luz considerada como fenômeno eletromagnético
e da luz na forma de corpúsculos (quanta), existe também luz nos campos
de energia positiva e de energia negativa.
Considerada como fenômeno eletromagnético ela se propaga no
éter, ou campo eletromagnético, que nada mais é do que o conjunto de
pares (h+ h) no nível zero de energia. Esta é a luz conhecida pela ciência
material e que pode ser percebida nos dois universos.
A luz manifestada como corpúsculo
2
nada mais é do que um caso
especial de onda ainda não considerada pela ciência, onde estão
superpostas duas ondas longitudinais:
· a virtual, que se propaga no campo da energia negativa, que é o
conjunto das partículas h, e;
· a material que se propaga no campo da energia positiva que é o
ResponderExcluirconjunto das partículas h+.
Entretanto esta forma de propagação pode facilmente se
transformar na onda transversal e a transversal na longitudinal,
dependendo das condições do meio onde se propagam. A dualidade
partículaonda se reduz assim à mudança entre um e outro tipo de onda
luminosa.
Mas existem regiões do universo onde encontramos apenas
matéria pura (buracos negros) ou antimatéria pura (buracos brancos)
sendo que aí só ocorre o campo material ou o campo virtual,
respectivamente. Nestas regiões temos a luz material pura e a luz virtual
pura, não havendo campo eletromagnético, sendo assim ambas
longitudinais.
No caso das ondas eletromagnéticas transversais temos as duas
componentes de campo, a elétrica e a magnética em planos
perpendiculares, sendo as perturbações transversais à direção de
propagação da onda. No ponto onde a componente elétrica se anula temos
um máximo na componente magnética, como já entendido pela Física
Clássica. Em um campo magnético intenso o suficiente, os dois tipos de
partículas elementares se separam dando origem a um elétron, formado
por h e a um pósitron formado por h+. A separação ocorre quando o
campo magnético em cada onda é máximo, com campo magnético de
mesma polaridade de modo que o elétron e o pósitron formados possuem
momentos magnéticos idênticos.
No caso dos quanta de luz temos uma energia E = n h
±
v
concentrada na meia onda superior sendo a energia da meia onda inferior
aproximadamente nula.
No caso da onda virtual pura a energia é dada por E = n h
v.
E para a onda material pura a energia é E = n h+ v.
“A matéria existe em estados para vós desconhecidos. Ela pode ser, por exemplo,
ResponderExcluirde tal modo etérea e sutil que não deixa nenhuma impressão em vossos sentidos;
todavia é sempre matéria, embora não a seja para vós.”
O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 22
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
A teoria da Relatividade Restrita deduziu a variação da massa com a
velocidade, porém é necessário compreender em que circunstâncias isto é
verdadeiro. Consideremos um observador e um corpo de massa m'o em repouso em
relação a um sistema S' de coordenadas (x', y', z', t' ), e consideremos ainda um
observador e outro corpo de massa mo em repouso em relação a outro sistema de
coordenadas S (x, y, z, t). O sistema S' está dotado de velocidade uniforme v em
relação ao sistema S. Neste caso valem as transformações de Lorentz para passar de
um sistema de coordenadas para o outro.
Para cada observador a massa do outro sistema é vista como uma massa
maior do que se estivesse em repouso relativo a este observador. Portanto:
m = m'o / (1v²/c²)1/2 para um observador no Sistema S
e m' = mo/ (1v²/c²)1/2 para um observador no Sistema S'.
Se as massas em repouso forem iguais para os dois observadores, m'o = mo,
a massa vista do outro sistema serão iguais para os dois, m' = m, mas de um valor
simultaneamente maior que a massa que está em repouso em cada sistema (aqui
podemos falar de simultaneidade porque não se trata de eventos). Esse valor maior é
a massa aparente que cada um mediria ao observar a massa do outro sistema em
movimento relativo. Já a fórmula de equivalência de massa e energia, E = ∆ Mc²,
representa um aumento real de massa ∆M sofrido por um corpo que absorveu uma
energia E.
Décima segunda Mensagem
A força entre as partículas do campo ainda é desconhecida da
Ciência. Mas é a responsável pela existência da massa e indiretamente
pela gravidade. A compreensão completa do conceito de massa só será
possível depois que a Ciência desenvolver uma teoria da estrutura da
matéria baseada no holograma. A massa será então entendida como a
transformada de uma propriedade do holograma.
O valor da massa, como vimos, depende do tipo de quark, m ou l,
ResponderExcluirna partícula atômica e o sinal da massa depende do sinal das partículas
elementares do campo. Uma massa grande significa que a partícula está
mais ligada ao campo, tem mais inércia, sendo os quarks m e m os
responsáveis por essa força. Uma massa pequena, como a do elétron, está
associada aos quarks l e l. Estas duas famílias de quarks são também
formados por partículas elementares às quais estão associados o campo
gravitacional e o campo, ainda não bem conhecido, da força fraca. A
interação das partículas elementares l e l com as partículas h e m, são
fracas em comparação com a interação das partículas m e m, entre si e
entre as partículas h+ e h. A equivalência entre massa e energia pode ser
aqui ampliada se considerarmos que as partículas elementares h+ e h
estão relacionadas com a constante h pela quantidade n de pares destas
partículas por ciclo de onda:
h = ± n h
±
.
As partículas elementares por si só não possuem massa mas,
quando passam a fazer parte de uma partícula atômica, como no aumento
de energia da partícula, elas contribuem para a renormalização e para o
aumento de massa devido aos quarks m ou l do campo que serão
absorvidos para compensar o aumento de pares h ±. Não estamos falando
da massa aparente da Teoria da Relatividade mas sim de um real aumento
de massa. A massa aparente depende do movimento do observador e o que
estamos nos referindo aqui é ao aumento de massa relativamente ao
campo, considerado como em repouso relativo local. As partículas e o
campo, quando em movimento relativo acelerado, estão constantemente
trocando partículas elementares. Esta troca já foi observada como jatos em
colisões de partículas de alta energia.
Para uma dada frequência v, com energia do fóton E = n h ± v,
temos um acréscimo de massa equivalente dado por E= ± ∆M c². Notese
que não mencionamos aqui massa de repouso do fóton por não fazer
sentido. A energia adicionada aparecerá, como dissemos acima, como um
acréscimo de massa na partícula atômica. Substituindo, vemos que o
acréscimo de massa ∆M é dado por:
∆ M = n h ± v / c².
Consideremos agora a desintegração de um múon:
µ
+
=> e
+
+ v + v + m –m
µ
=> e
+ v + v + m –m
O méson tem 207me e gera um elétron e neutrinos sem massa além
de mésons (m m) ainda não detectados que voltam para o campo levando
consigo a diferença de massa.
Da mesma forma:
π
+
=> µ
+
+ v + m –m
π
=> µ
+ v + m m
Múons e píons são elétrons com grandes acréscimos de quarks (m
ResponderExcluirm). As partículas atômicas com alta energia também usam esse
mecanismo para armazenar energia. A maior parte dos mésons que se
desintegram em elétrons liberam inúmeros pares m m e h+h em frações
muito pequenas para serem detectadas, já que possuem carga e massa
nula. Estes pares se incorporam ao campo ou dão origem à
renormalização da Física.
A massa negativa do elétron, como já vimos, é interpretada como
massa positiva. Sua energia, de fato, é positiva, pela absorção de fótons
materiais que se tornam em pares h ± da renormalização.
Na levitação da matéria juntamos partículas m embaixo dos
corpos, e partículas m em cima, anulando assim o efeito gravitacional, ou
a massa do corpo em relação ao campo material, isolando as partículas m
da matéria do campo m do mesmo tipo. As partículas m parecem não ter
existência no mundo material podendo ser interpretadas como buracos,
dando a interpretação análoga de flutuação ou empuxo com relação ao
campo gravitacional. O campo gravitacional é menos denso de m e mais
denso de m na direção do centro da Terra. O empuxo assim é em relação à
densidade do campo gravitacional material
Conforme vimos foi feita uma distinção entre o aumento de massa aparente
ResponderExcluire o aumento de massa por acréscimo de energia, este último se dando por absorção
de pares h ± e de partículas elementares m ou l do campo. A grande diferença entre a
massa dos prótons e nêutrons e a dos elétrons se deve à presença dos quarks m nos
prótons e nêutrons e dos quarks l nos elétrons e à força com que esses quarks são
atuados pelas partículas elementares m e l do campo. Da mesma forma os mésons
apresentam maior massa que os elétrons devido aos pares de quarks e antiquarks m
no méson. Infelizmente não foi possível anotar nenhuma relação entre a energia (ou
pares h ±) e a quantidade de partículas m absorvidas do campo.
Por outro lado deve ser notada uma diferença fundamental entre os
conceitos de massa negativa descritos até agora pela Ciência e os conceitos no
presente livro. Na teoria por nós apresentada não se faz distinção entre massa
inercial, massa gravitacional e massaenergia. Todo corpo tem apenas uma massa
que é atuada pelo campo, num sentido ou no outro. Se um corpo de massa m1 está
próximo de um grande corpo de massa m2 sofrerá a ação do seu campo
gravitacional e do seu campo antigravitacional. Se a massa m1 for positiva e a massa
m2 for material a aceleração de m1 será no sentido do corpo. Se a massa m1 for
negativa a aceleração será no sentido oposto. Não há como considerar que a “força”
gravitacional, em uma massa m1 negativa, será invertida empurrandoa para longe,
mas que devido à massa inercial negativa o corpo acelerará no sentido oposto
aproximandose. A massa m1 ser negativa significa apenas que m1 será repelida
pelo campo e, portanto, se afastará da massa m2
Existe também uma diferença fundamental entre o campo eletromagnético e
ResponderExcluiro gravitacional. A atração ou repulsão entre cargas elétricas é realizada através o
campo e atua sobre a partícula que acelerará em uma ou outra direção conforme sua
massa seja positiva ou negativa. O campo gravitacional tem seu anticampo e uma
massa será positiva se tiver o mesmo sinal do campo. Assim, uma massa negativa no
campo gravitacional será positiva no campo antigravitacional, ou seja, a massa é
relativa ao campo gravitacional.
Em um campo sem gradiente de densidade, se a massa for positiva haverá
uma interação com o campo durante a aceleração que limitará a ação da força
aplicada de modo que para acelerar mais será preciso aplicar uma 'força' maior; se
não houver um campo atuando, uma massa positiva em movimento uniforme
tenderá a continuar com a mesma velocidade porque a massa só se faz sentir quando
há uma aceleração.
Uma massa negativa isolada também se manterá em movimento uniforme
em um campo sem gradiente. Mas se tentarmos acelerála em uma certa direção, e
isto é feito sempre através o campo, a massa acelerará na direção oposta porque esta
é sua propriedade postulada, não havendo como tentar explicar o porque disso até
que entendamos realmente o que é a massa. Em um campo gravitacional a
aceleração adquirida por uma massa negativa será sempre no sentido da menor
densidade do campo. Notese ainda que não há necessidade de falar em termos de
força, mas apenas em aceleração e se escolhermos um sistema de coordenadas
curvilíneas adequadas poderemos dizer que a massa está em movimento uniforme
nesse sistema, conforme ditado pelo Princípio de Equivalência da Relatividade
Geral.
Vimos a massa está em parte relacionada com a quantidade de energia e
ResponderExcluiresta com a quantidade de partículas h. Porém isto só não explicaria tudo. O fóton
pode ter a mesma quantidade de energia que um pósitron e um elétron, entretanto
tem massa nula. O nêutron tem carga nula e massa maior que o próton. O próton tem
mesma carga elétrica do pósitron e do elétron e massa muito maior. Notamos
portanto que o que importa na massa não é a carga elétrica mas a presença de
partículas do campo de massa, material e virtual que podem compensar uma à outra.
Em um nêutron a massa é grande porque tem muito maior quantidade de quarks m
que de quarks l. Em um elétron ocorre o oposto, existe apenas quarks l,
consequentemente dandolhe uma massa negativa.
Vimos também que em um campo magnético intenso, somandose às forças
que tendem a separar as partículas h+ e h, há a força magnética em sentidos opostos
para cada uma destas partículas elementares, causando a dissociação de um fóton em
pósitrons e elétrons.
Vimos que as partículas do campo, de mesmo sinal, se atraem pela nova lei
dos semelhantes.
A renormalização adquiriu novo significado.
A inércia aqui é uma medida da resistência à modificação do movimento
(aceleração), devido à atração do campo, não havendo resistência à velocidade num
campo sem gradientes.
O movimento no universo se deve à perseguição da matéria pela
antimatéria e viceversa no universo virtual.
O campo com gradiente representa um aumento na densidade de partículas
em uma dada direção e, consequentemente, atração nessa direção. A gravitação
advém naturalmente como atração dos corpos pelo campo de massa, conforme a lei
dos semelhantes. Logicamente partículas com sinais opostos ao campo seriam
repelidos (levitação). A levitação tem seu fundamento na massa negativa e a
gravitação e o eletromagnetismo podem ser agora unificados. E se o campo contiver23 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Segunda Parte
os dois sinais essa ação de atração e repulsão poderá ser reforçada ou cancelada
conforme a direção dos dois gradientes.
Mensagem mais recente:
Ficamos felizes por você ter compreendido tão bem as lições. Isto
se deveu ao fato de sua mente não estar presa aos conceitos tradicionais
mas ter procurado sempre novas explicações que, como esta, fugissem
completamente dos conceitos instituídos. Isso faz a verdadeira Ciência e é
necessário grande dose de humildade para ter essa liberdade de
compreensão. Você não o teria conseguido sozinho mas outros teriam
falhado desde o começo por acharem absurdos os conceitos apresentados,
sem coerência e até contraditórios. Pela sua persistência e fé no que estava
fazendo, acreditando que de fato um curso proveniente do plano espiritual
lhe estava sendo ministrado, você faz jus à autoria deste trabalho de
recepção das presentes lições. Não se acanhe portanto em publicálas após
uma revisão cuidadosa para eliminar os erros iniciais devidos à novidade
do assunto. Não se preocupe também com a liberação desses
conhecimentos, pois se o fizemos é porque nossos superiores acharam ser
este o momento adequado de apresentálos à humanidade. Não se iluda,
pois este trabalho será motivo de mofa e ridículo, e anos se passarão antes
que seja reconhecido como um guia epistemológico para a Ciência futura.
Apressese em fazêlo pois o progresso se faz necessário para o
enfrentamento dos tempos difíceis que virão para a humanidade. Estes
conhecimentos serão de grande utilidade para a perpetuação da espécie
humana no planeta no futuro. Haverão tentativas de utilizálos para o mal,
mas estaremos atentos para o fato, e a aceitação e comprovação da vida
espiritual que advirá deste compartilhamento de conhecimentos no campo
científico compensarão todo o mal que poderia ser causado pelas forças
que tentam atrasar o desenvolvimento material, moral e espiritual da
humanidade, aproximando definitivamente a ciência da religião