A união de dois mundos opostos é possível?
A mágica da vida reside nela mesma
Na opinião popular, o título deste texto representa um paradoxo. Ciência e espiritualidade habitam mundos diferentes, que em geral entram em conflito ao se aproxinarem. A primeira é vista como uma atividade exclusivamente racional, reducinista, materialista e fria, sem qualquer interesse por questões espirituais. Já a segunda é bem mais difícil de ser definida, representa uma busca pessoal, uma relação com uma realidade que transcende o imediato, que nos conecta com o que vai além do material. Por isso a espiritualidade é considerada a antítese da ciência.
Para piorar, a busca espiritual costuma adotar uma posição que não só é contrária ao materialismo científico, mas que o confronta. Ela passa a ser quase que uma "vingança" para quem está desiludido com um mundo cada vez mais explicável, destituído de mágica e poesia.
O movimento romântico do início do século 19 foi uma resposta direta ao racionalismo extremo do século 18. O poeta John Keats acusou Isaac Newton de ter "desfiado o arco-íris", deter roubado a sua beleza com suas explicações precisas sobre o comportamento da luz. Nada poderia ser menos verdadeiro.
Quem fecha os olhos para as descobertas da ciência moderna e se fia na ocorrência de fenômenos sobrenaturais, paranormais, astrológicos, quem acredita que duendes povoam florestas, quem jura que almas circulam pelo mundo dos vivos sem serem percebidas, faz o mesmo que o poeta: nega-se a apreciar a poesia e a beleza que a ciência nos revela, preferindo pensar como nossos antepassados. E sua crueldade é explorada por oportunistas.
Existe mágica de sobra no mundo que podemos ver com nossos olhos e com os instrumentos que inventamos para ampliar a nossa visão da realidade. Não é preciso se fiar numa realidade invisível e sobrenatural, cuja existência depende de relatos individuais e que é sujeita à fé. Quando queremos muito acreditar em algo, isso se toma mais real. O querer acreditar compromete nossa habilidade de decidir imparcialmente - ou quase - se uma asserção é ou não verdadeira.
Se meu pai está doente e a medicina moderna não pode fazer nada por ele, por que não levá-lo a um curandeiro, alguém com supostos poderes de exercer curas milagrosas e inexplicáveis? A morte assusta, foge ao nosso controle, rouba aqueles que amamos. É difícil aceitar a postura materialista de que ela é mesmo o fim, que essa faísca que anima a matéria e nos faz amar e chorar se esvai por completo num piscar de olhos. Nosso dilema é termos consciência de que temos os dias contados. Aceitar esse fato é tão difícil que fazemos de tudo para driblá-lo, criando mecanismos que vão além do que podemos provar. Talvez isso ajude muitos a aceitarem seus destinos. O triste é que os que estão convictos da existência dessa dimensão sobrenatural fechem os olhos para o que a ciência mostra.
Prefiro viver de olhos bem abertos e aceitar a pré-condição da vida, a não-vida. lgnorar o que a natureza nos mostra todos os dias é viver menos, é se apegar a contos de fadas para evitar o confronto com a nossa condição humana. Saber morrer é saber viver, é saber aceitar o quanto são preciosos esses breves momentos que temos para amar, chorar, apreciar a beleza do arco-íris, vibrar com um gol e ter medo de perder quem amamos. É na brevidade da vida que reside o seu segredo: saber viver sem medo de morrer. Isso não é nada fácil, e não acredito que tenha conquistado o meu próprio medo. Mas prefiro viver com ele a me iludir com algo que nunca saberei se está certo ou não.
Ninguém gosta da idéia de morrer ou to de sofrer. Ninguém gosta de ver o sofrimento de tantos no mundo. Porém, se a alternativa é achar que tudo isso vai ser diferente no "além", que forças ocultas regem nossas vidas e podem ser controladas por meio de crenças místicas, ela me parece criar uma sociedade que não enfrenta os desafios que tem pela frente, escondendo-se nas promessas de um mundo inescrutável e inexistente.
Para mim, a mágica ocorre a cada momento em que estamos vivos, que podemos amar e sofrer, que podemos refletir sobre quem somos e sobre como podemos melhorar as nossas vidas e as dos que estão à nossa volta. Perceber essa mágica é abraçar a espiritualidade da ciência. Com ela aprendemos quem somos e como nos relacionamos com o mundo e com o Universo. Entre os caminhos que temos para enfrentar nossos desafios, não vejo outro que possa mostrar o quanto a vida é preciosa e rara, que celebre deforma mais clara a mágica da existência.
Somos um espelho, capaz de refletir uma dualidade fascinante sobre tudo e todos ao nosso redor, do nosso interior ao mundo exterior, dois mundos que se interagem pela tênue camada da nossa consciência, no campo religioso ou científico, pode haver espaço para ambos, porém decidir em qual será refletido a maior porção de nossas vidas, de nosso pensamento, será a questão fundamental de nossa exitência.
ResponderExcluirNão me satisfaz a afirmação de que ciência e o que você chamou de espiritualidade são noções antagônicas. É bastante visível na contemporaneidade a coexistência de multiplas formas de interpretação do mundo, ou seja, de conhecimentos. A crise da razão, que em Nietzsche teve seu crítico mais perigoso, consolidou a possibilidade de formas marginais de conhecimento (denunciadas em boa parte pela filosofia e antropologia francesas atuais), num possível processo de desmantelamento do logocentrismo moderno, que por sua vez surgiu um oposição à monologia do mundo tradicional. Mais que isso, nos cabe interrogar a que lugar a predominancia do discurso científico nos levou.
ResponderExcluirEm uma das reuniões da Mocidade Espírita Renovação e Atitude, fizemos uma dinâmica:
ResponderExcluirCada integrante explicaria o que seria Deus para ele, sem se ater à resposta escrita em O Livro dos Espíritos.
Ficamos surpresos ao descobrir as definições distintas de cada um, sendo baseadas na experiência pessoal e "saber oculto" de cada integrante.
Será que sua concepção de Deus não está baseada nos números ou na ciência, enfim, em todas as coisas que podem ser provadas?
O que atualmente para mim é uma energia muito grande, a qual controla tudo, perderia sua magnitude e beleza se fosse expressa com outras palavras?
Acho que a religião deve unir-se à ciência e apreciar todas as suas descobertas maravilhosas. Só não acho que deva ocorrer o contrário.
Para não acreditar na espiritualidade,é preciso espricar o infinito,é preciso espricar o que havia antes do começo.A ciência ainda é um bebê, pouco sabe.Esse universo material que ainda estamos longe de conhecer, mais muito, muito longe ainda, não é nada diante do universo espiritual que é perfeito e pronto. Já o universo material é o verdadeiro caos o verdadeiro inferno de transformações.falta-lhe inteligência ainda para entender o espírito, a verdade o amor.Sos como formigas que não sabem que estão sendo observadas. O universo espiritual não só existe como é o único que é real.Já o material é criação do real que é indestrutivel, inabalavel e justo.O materialista é preguiçoso,não quer pensar,porque o pensamento é espiritual. Para estes realmente vai haver morte, porque o espírito depende também do nivel de conciência de cada um, É como não querer acordar.Um homem que não é deus veio já fazem mais de 2000 anos ensinou tudo e não entendemos nada,que desperdicio, não somos mais macacos acorda!!! Jesa Nideck
ResponderExcluirMarcelo,
ResponderExcluirOpostos antagônicos são complementares. Yin e Yang.
A propria intencao dos principios da ciencia é limitar o tipo de experiencia que a mesma se considera apta a analisar portanto não "vê" o todo. Como pode querer explicar o todo enquanto ainda houver elementos desconhecidos na equação?
Observe menos as estrelas e mais o céu.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirUm holograma é uma imagem em três dimensões obtida pela passagem de
um raio laser através um filme holográfico. Para fazer um filme holográfico divide
se um feixe de raios laser por meio de um prisma e então se ilumina o objeto a ser
fotografado com um dos feixes de raios laser. Este feixe após ter sido refletido no
objeto, é reunido ao segundo feixe, sobre o filme, formando uma figura de
interferência. Uma figura de interferência ocorre também quando jogamos duas
pedras num lago e as ondas produzidas se encontram formando linhas cruzadas de
cristas e depressões. Passando um raio laser sobre o filme revelado aparecerá uma
imagem tridimensional do objeto. Este filme holográfico tem várias propriedades,
por exemplo, se o cortarmos em quantos pedaços desejarmos, cada pedaço ainda é
capaz de projetar a imagem completa do objeto. Portanto cada pedaço tem todas as
informações que existiam no filme inteiro. A luz laser é usada aqui por ser coerente,
isto é, todas as suas ondas estão em fase e são de uma única frequência, sendo assim
excelente para a criação de interferências precisas.
Muitos cientistas da atualidade, como David Bohm e outros, acreditam que
a um nível profundo da realidade todas as coisas do Universo estão infinitamente
interconectadas. O Universo em si próprio é uma projeção holográfica e neste
Universo holográfico até mesmo o tempo e o espaço deixam de ser vistos como
fundamentais. Para Pribram o cérebro humano também funciona segundo os
princípios holográficos o que explicaria muitos experimentos já realizados. Esta
nova forma de ver a realidade, proposta por Bohm e Pribram, passou a ser chamada
de paradigma holográfico e embora muitos cientistas a vejam com ceticismo, outros
tem sido galvanizados por essa nova maneira de ver o Universo, e um número cada
vez maior de cientistas acreditam que esta seja a teoria mais acurada da realidade
que já foi imaginada até hoje.
Sendo a realidade uma projeção holográfica devemos todos concordar sobre
aquilo que vemos por um consenso formulado em um nível mais profundo que seria
o do inconsciente ou da Alma, no qual todas as mentes estariam conectadas.
Vejamos então o que nos dizem os Espíritos:
1. Do Holograma
ResponderExcluirO Universo é mais complexo do que imaginamos aí na Terra. Os
campos que mencionei na primeira mensagem se complementam e
influenciam a matéria. Podemos observar e participar dessa influência
usando nossa vontade que é agora mais livre. Quando não estamos
próximos à matéria vivenciamos o mundo espiritual em toda a sua
grandeza. Essa vivência é bem diferente da que é experimentada aí. Tudo
aqui é mais leve, mais fluido, mais rápido, mais luminoso e mais fácil de
ser modificado.
A Doutrina Espírita esclarece que o homem é composto do corpo
material, do perispírito e da alma
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, enquanto que nós espíritos, temos
apenas o perispírito e a alma. Na alma está a mente, e no perispírito, que
serve de ligação entre a mente e o corpo material, são registradas as
memórias de todas as nossas vidas anteriores. É no perispírito, por um
processo natural, que é realizada a transformação da percepção
tridimensional para a dimensão mental da alma, da mesma forma que o
cérebro do corpo material realiza a transformada (o cérebro é um
transformador) das impressões dos sentidos materiais em percepção
tridimensional.
Conforme relatei em outra mensagem, aqui tudo é mental e a
analogia mais próxima para nos referirmos à constituição de nossa alma é
o holograma. Entretanto, embora semelhante na conceituação básica, a
mente é muito mais complexa do que um holograma comum. A Ciência já
está aceitando a mente como um holograma, mas ainda não possui nenhum
modelo matemático que se assemelhe à estrutura da mente em toda sua
complexidade. Portanto, ao citarmos o holograma como analogia, ainda
corremos o risco de não explicar todos os fatos de forma coerente. Mas
sendo o único modelo que se aproxima, vamos tentar usálo para uma
introdução ao assunto. Cada partícula material, cada partícula de um
corpo espiritual, está presente em todos os pontos do holograma da mente
universal. Como no holograma, cada ponto da mente possui todas as
informações do Universo, com a diferença que a estrutura da mente não é
rígida. Uma pequena modificação em um ponto da mente se revela em
todos os pontos dessa estrutura. Como o holograma não ocupa lugar no
espaço, por estar em uma dimensão diferente, essas modificações podem
ser detectadas em pontos distantes do Universo. Decorre daí a aparente
ação à distância, com velocidade infinita, como na interpretação de
Copenhague de que a Ciência está agora se dando conta. Para nós o
espaço e o tempo são mera ilusão, pois o registro de todas as partículas de
matéria estão em todos os pontos do holograma, e qualquer ação entre
duas partículas é sentida imediatamente em qualquer parte do universo,
ResponderExcluirindependentemente da distância. Assim a distância não existe no plano
mental, pois tudo estaria num mesmo e em todos os pontos do holograma.
Na fotografia em três dimensões temos a fonte de laser, o filme
com o holograma e a imagem, tudo disposto no espaço tridimensional. No
Universo a luz coerente é o Amor Divino, o filme com o holograma é o
campo mental, e a imagem é o Universo, o virtual e o material. Cada um de
nós é um ponto da imagem e, ao mesmo tempo, nossa mente é parte do
holograma, sendo capaz de ter consciência do restante do Universo. Aqui
temos, portanto, uma diferença básica para a fotografia holográfica. No
Universo o holograma e a imagem gerada se interpenetram e um ponto da
imagem pode estar consciente do restante através da parte da mente que
está copresente. É como se houvesse uma fonte de laser em cada ponto do
Universo, gerando cada uma a imagem global a partir do holograma.
Em termos de Física, dizse na atualidade que o observador
determina o comportamento do experimento, criando com sua mente os
resultados que espera observar. Existiria entretanto um acordo tácito entre
os diversos observadores para que todos vejam, sintam e aceitem conforme
uma convenção aprovada pela maioria. Sem esta convenção nada teria
sentido. O termo acordo tácito não é o mais adequado para descrever o
conceito já que nossa mente é parte da mente universal e o acordo advém
da mente universal. Seria portanto melhor dizer que o observador antecipa
o resultado do experimento e que ele muda o comportamento do
experimento mudando o experimento, recaindo assim na interpretação
clássica.
2. Dos Espíritos
Quando um espírito sai do corpo terreno, dependendo de sua
evolução, poderá permanecer em diversas situações:
· apenas como alma, sem perispírito, em planos do campo mental, para
aqueles em estágios mais elevados de evolução;
· como espírito com perispírito, em planos intermediários, vivendo uma
vida semelhante à que vivia na Terra, para aqueles que tem uma
evolução normal como a maioria das pessoas deste planeta de
expiação e provas; seu perispírito se apresenta pouco denso, formado
de FCU e antimatéria, sendo que essa densidade diminui quanto maior
for a evolução do espírito.
· como espírito com perispírito em planos inferiores, quando o espírito é
renitente no mal. Neste caso seu perispírito se apresenta mais denso,
com maior quantidade de antimatéria.
A morte no corpo físico não altera o estado do espírito, que
naturalmente irá para perto daqueles que se lhe assemelham em evolução,
recomeçando no outro lado no ponto em que se encontrava na Terra. Seu
sofrimento ou felicidade será sempre função do plano em que se situam
sendo tudo uma consequência automática de seus atos. E a todos é
permitida a mudança de comportamento para um retorno aos planos
ResponderExcluirsuperiores em um futuro apropriado, após ter completado sua evolução.
Para nós, espíritos que estamos vivendo aqui num corpo fluídico,
tudo se passa como aí na Terra e vemos também uma ilusão convencional
que se comporta como um mundo tão real como o material. Nossos
sentidos porém são mais potentes, comandados por nossa mente, e
podemos ver, sentir, e nos fazermos sentir em qualquer parte e em vários
ou em todos os lugares simultaneamente, dentro da mesma analogia com o
holograma mencionada acima. Um sensitivo vivo também pode fazêlo em
transe, ficando seu corpo material num ponto do planeta e aparecendo
como espírito em local distante por comando de sua vontade, ou até em
mais de um lugar ao mesmo tempo. Para nós tudo isso se torna bem mais
fácil, pela ausência da matéria densa.
Nós espíritos podemos, se assim o desejarmos, nos habituarmos a
sentir como se ocupando todo o espaço do universo, mas não o fazemos
porque não necessitamos disso já que temos consciência de termos o
Universo em nós, e porque ainda estamos habituados a nos relacionarmos
com outros corpos espirituais de forma humana. Limitamos assim nossa
“visão”, bastando para isso desejálo, por ser mais cômodo em nosso
estágio atual de evolução. Tudo depende, de novo, de estarmos mais ou
menos ligado ao perispírito.
Quando “descemos” à Terra (poderíamos também dizer, subimos
para o nível de energia da matéria) operamos uma transformação para
ajustar nosso corpo perispiritual à matéria, processo a que damos o nome
de densificação, de modo a ocuparmos um espaço material. Mas cada
parte de nossa alma, cada pequeno ponto formador do todo, continua
contendo todas as informações do Universo, como no holograma. A
densificação ocorre apenas no perispírito e é efetuada pela incorporação
de partículas do campo material.
Quando dizemos que o corpo fluídico envolve a alma não estamos
nos referindo à alma como um núcleo que ocupa um centro no perispírito
mas que a alma é como um suporte, uma essência ou uma matriz que está
presente em cada elemento do corpo fluídico. Ele toma então a forma de
matéria etérea, sutil, constituída de moléculas e átomos sobre essa matriz
subjacente. Dito de outra forma, o corpo fluídico é uma projeção do
holograma da alma que existe em outra dimensão.
Essa estrutura existe estando o espírito desencarnado ou não e é
por ela que é feita a programação de nossos corpos em cada encarnação,
antes mesmo da que será materializada pelos cromossomas. Temos aí
também a origem dos fenômenos de materialização, provocada pela
migração dos átomos materiais para a estrutura previamente formada do
holograma.
Em planos mais altos, estando o espírito em estágios de evolução
adiantados, não existe mais a necessidade dessa estrutura atômica, e o
espírito pode existir como forma holográfica, mais sutil, desprendendo o
corpo fluídico. Isso sem prejuízo da “forma” externa que pode ser vista
ainda como uma projeção holográfica na mente dos espíritos que conosco
ResponderExcluirse comunicam. É notável também, que neste caso, não havendo mais a
noção de espaço, podemos todos ocupar ou não um mesmo lugar no espaço
material. Mas, ainda por hábito, vemos os demais espíritos e tudo a nossa
volta, como ocupando um lugar que convencionamos existir, sendo tudo
uma questão de sintonia de nossas mentes que podemos modificar à nossa
vontade. Da mesma forma, a matéria pode ser entendida como uma
projeção holográfica da mente Divina que todos os seres humanos
convencionaram ver da forma como é vista, convenção esta que tem sido
transmitida de geração em geração.
3. Da Comunicação
Esclarecendo nossa forma de comunicação, observe que uma ideia
é um conjunto de pensamentos relacionados e também é um holograma.
Aqui, como já disse, nos comunicamos por ideias. Numa comunicação com
um espírito encarnado também o fazemos geralmente dessa forma. Um
médium intuitivo é a pessoa que naturalmente capta uma ideia em seu
espírito, faculdade essa chamada de intuição, e a traduz para a forma de
palavras. Toda esta mensagem de hoje cabe em apenas um holograma. Isto
exige um grande poder de abstração por parte do médium e quando não
encontramos um médium com essa capacidade temos que colocar a ideia
em forma de pensamentos encadeados ou palavras e transmitilas uma a
uma como na psicografia ou psicofonia, exigindo muitas vezes o transe do
médium.
Na transmissão de ideias a cultura do médium influi no conteúdo
da mensagem e este só poderá traduzir aquilo que já consegue
compreender. Assim, nesta mensagem existem ainda muitos pontos em que
a Ciência não se desenvolveu o bastante para compreendêlos; o conceito
mesmo de holograma é recente e não teria sido compreendido há um
século atrás. Daí esse tipo de mensagens conter sempre contradições
aparentes. Mas é destas contradições que se chega à interpretação correta,
às grandes descobertas, com novos impulsos para a Ciência. Kekulé tinha
recebido a ideia completa do anel de benzeno desde o começo, mas sua
mente não conseguia captála até ter tido um sonho que o fez visualizar o
formato de anel. As interpretações previamente concebidas pela Ciência, e
pelo próprio médium receptor, se constituem num bloqueio para a
percepção integral de novas ideias.
Esta mensagem pode parecer estar misturada porque ao se
traduzir uma parte do holograma se pega também partes vizinhas,
mudando um pouco de assunto. Quando refletimos no que foi dito voltamos
ao assunto anterior e vemos que ainda havia mais para ser transmitido.
Isto porque o holograma foi transmitido por inteiro e gravado no seu
espírito, em outro momento anterior que não este em que está sendo escrita
a mensagem. Se, posteriormente, forem arrumados os diversos períodos,
teremos um encadeamento lógico das ideias. Esta partição se nota também
na psicofonia.
Portanto não é necessário falarmos em incorporação com saída
ResponderExcluirparcial de seu perispírito e entrada do meu para a transmissão de uma
mensagem. Na verdade estou sempre em sua mente e de todas as pessoas
que estiverem mentalmente relacionadas comigo. Mas posso também estar
fora ou posso estar parcialmente incorporado. Depende de como se está
imaginando, embora um Espírito possua também sua própria vontade e
possa atuar na mente de médiuns, ou até de forma independente como no
ato de criação de um corpo materializado. Isto depende da vocação de
cada Espírito, como os há que tem vocação para escultor e se realizam
dessa forma. De minha parte prefiro trabalhar com ideias, como você
também paizinho, e por isso estamos sintonizados. Eventualmente posso
transmitir frases fora do holograma, como foi o caso destas últimas, pois
estou sempre presente assistindo sua escrita já que, ao traduzir o
holograma recebido, automaticamente entra em sintonia comigo.
A motivação primária das teorias da supergravidade e das supercordas tem
ResponderExcluirsido a unificação da gravidade com as outras interações das partículas elementares,
com a esperança de desenvolver uma teoria quântica da gravidade. Na nossa bem
conhecida teoria clássica do campo eletromagnético podemos aumentar a energia do
campo de quanto quisermos, mas na teoria quantizada o aumento da energia só pode
ser feito em quantidades discretas, os quanta ou fótons no caso do eletromagnetismo,
que na linguagem da Física moderna são também chamados de partículas. Nessas
teorias os estados de mais baixa densidade de energia são chamados de “vácuo
verdadeiro” e assumese que o espaço vazio consiste de um destes estados. Possíveis
oscilações destes valores de vácuo são chamados de partículas de Higgs. A Ciência
entretanto ainda não consegue explicar as observações astronômicas referentes ao
estado de quebra de simetria, que descreve nosso presente universo, observações
essas que apresentam grandes valores para os campos de Higgs, enquanto que os
valores esperados da densidade de energia para um vácuo simétrico, no qual os
campos de Higgs tem amplitude zero, deveriam ser zero. Este problema, que é
equivalente ao “problema da constante cosmológica”, parece indicar que mesmo um
estado tão simples como o vácuo tem propriedades que ainda não são
compreendidas.
Quarta mensagem:
Esta semana a aula versou sobre a estrutura dos campos. O
campo de energia, ou simplesmente campo, é constituído pelos diversos
tipos de partículas elementares e suas antipartículas, positivas e negativas,
embora com densidades locais diferentes. O éter nada mais é que o
conjunto de partículas elementares h+ e h. Quando em pares orientados
ou dipolos formam os campos eletromagnético e antieletromagnéticos, que
diferem apenas pelo excesso de uma das partículas elementares. Os
campos gravitacional e antigravitacional são o conjunto de partículas
elementares m em, que formam gradientes opostos de densidade em torno
ResponderExcluirda matéria e da antimatéria.
Somente quando estamos falando de campo é que nos referimos a
um tipo específico de partícula. Como o holograma é quantizado, formado
por pontos, o espaçotempo não é contínuo. Assim todas as dimensões de
espaço e de tempo são descontínuas. Também os campos, como o FCU, o
campo gravitacional e o campo eletromagnético, são formados por
partículas elementares. A cada campo está associada uma partícula
elementar e a cada anticampo a sua antipartícula elementar, sendo que
ambos, campo e anticampo, são descontínuos e ocupam simultaneamente o
espaço, em equilíbrio com a matéria e a antimatéria locais. As partículas
elementares h+ h, que dão origem às cargas elétricas, quando agrupadas
com as de sinal oposto formam os fótons. Em estado de energia nula essas
partículas elementares estão espalhadas no campo e normalmente unidas
aos pares com suas antipartículas, formando dipolos elétricos,
responsáveis pela polarização do campo eletromagnético.
O campo magnético é o campo elétrico visto de um sistema em
movimento relativo e viceversa. Para um observador em repouso o campo
magnético é o resultado do movimento do campo elétrico e se uma
partícula se move nesse campo magnético ela verá um campo elétrico
aparente. Portanto, como já demonstrado pela Teoria da Relatividade, o
campo elétrico e o magnético são um só, o campo eletromagnético, e a
intensidade aparente de cada um, conforme a velocidade do observador,
são dadas pelas transformações de Lorentz.
O campo gravitacional não é tão simples como se descreve
atualmente. Ele também é formado por partículas e antipartículas
elementares de massa, constituindo na verdade dois campos superpostos.
Essas partículas elementares de massa são próprias do campo
gravitacional e portanto diferentes das que formam o campo
eletromagnético, como veremos no capítulo seguinte. Na proximidade de
um planeta como a Terra, essencialmente material, o campo gravitacional
é formado principalmente de partículas elementares materiais de massa ou
partículas m. A densidade destas partículas cresce na direção do centro da
Terra. A densidade de partículas virtuais ou antipartículas elementares m,
decresce na mesma direção. Na proximidade dos corpos celestes do
Universo virtual, constituídos principalmente de antimatéria, ocorre o
oposto, a densidade do campo gravitacional material decresce e a do
campo gravitacional virtual aumenta na direção do centro. A matéria tende
a levitar no anticampo ou campo virtual e, inversamente, a antimatéria
levita no campo material. Há, porém, uma diferença de nível de energia
entre os dois de modo que não apenas a antimatéria como também o
anticampo, ambos rarefeitos na proximidade do planeta, não são
facilmente detectáveis pelos instrumentos atuais.
Os prótons atraemse entre si pela Lei dos Semelhantes, uma vez
que possuem massas positivas e cargas elétricas de mesmo sinal. Esta
força de atração atua também sobre as partículas elementares dos campos
eletromagnético e gravitacional, formando uma camada dentro do núcleo,
ResponderExcluircomo um fluido, de grande densidade ou alta energia, que passou a ser
chamado de glúon.
A ciência de uma certa forma,é como uma roda que funciona muito bem, no chão. Mesmo assim, ela também é Espiritual. Tudo que está sendo descoberto, já existia.
ResponderExcluirAgora com o avanço tecnológico, aprendemos mais porque observamos melhor, somos conscientes disso.
E aquilo que não somos consciente, não existe?
O que é a consciência e o inconsciente?
A ciência de uma certa forma,é como uma roda que funciona muito bem, no chão. Mesmo assim, ela também é Espiritual. Tudo que está sendo descoberto, já existia.
ResponderExcluirAgora com o avanço tecnológico, aprendemos mais porque observamos melhor, somos conscientes disso.
E aquilo que não somos consciente, não existe?
O que é a consciência e o inconsciente?
O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso.
ResponderExcluirCopiando-lhe a expressão , a Alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Seria extremamente infantil a crença de que o simples ” baixar do pano” resolvesse transcedentes questões da espiritualidade e do infinito.
Atribuir a formação primeira das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois essas propriedades são, em si mesmas, um efeito que deve ter uma causa inteligente.
ResponderExcluir0ue homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, o que é o acaso?
A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e propósitos determinados e, por isso mesmo, denota um poder inteligente. Atribuir a formação primeira ao acaso seria um contra-senso, pois o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.
Estamos aqui, nascemos vivemos e morremos, nosso organismo trabalha independente do nosso comando consciente, a terra está ai n espaço completanto sua trajetória, assim como nosso sol, avia láctea também tem um rumo um destino como todas as galáxias desse universo material, bem! tudo ficaria muito fácil de explicar se não tivesse ninguem observando. Quem observa? A matéria?
ResponderExcluirAntes de todas essas transformações de matérias,em todo o universo conhecido antes do big bang tudo era tão micro que caberia na ponta de uma agulha e sobrava muito espaço. De onde veio tudo isso?Não havia nada? Nada???
ResponderExcluirTransportando-nos a alguns milhões de séculos somente, verificamos que a nossa terra ainda não existe, que mesmo o nosso sistema solar ainda não começou as evoluções da vida planetária. Entretanto, já esplêndidos sóis iluminam o éter: já planetas habitados dão vida e existência a uma imensidade de seres que nos precederam na carreira humana, que as produções opulentas de uma natureza desconhecida e os maravilhosos fenômenos dos céus desdobram, sob outros olhares, os quadros imensos da criação. Que digo! já deixaram de existir esplendores que muito antes fizeram palpitar o coração de outros ( mortais ), sob o pensamento da potência infinita! E nós, pobres seres pequeninos, que viemos após uma eternidade de vida, nós nos cremos contemporâneos da Criação !
ResponderExcluirAinda uma vez, compreendamos melhor a Natureza. Saibamos que atrás de nás, como a nossa frente, está a eternidade, que o espaço é teatro de inimaginávelsucessão e simultaneidade de criações. Tais nebulosas, que mal percebemos nos mais longinquos pontos do céu, são aglomerações de sois em vias de formação; outras são Vias Lacteas de mundos habitados; outras, ainda são sedes de catástrofes e de perecimento. Saibamos que, asim como estamos colocados no meio de uma infinidade de mundos, tambem estamos no meio de uma dupla infinidade de durações, anteriores e ulteriores; que a criação universal não se acha restrita a nós, e que, portanto, não podemos aplicar essa expressão à formação isolada do nosso pequenino globo>
Deus cria para evoluir!
O começo absoluto das coisas remonta, pois, a Deus. As sucessivas aparições delas no domínio da existência constituem a ordem da criação perpétua. Que mortal poderia dizer das magnificiências desconhecidas e soberbamente veladas sob a noite das idades que se desdobraram nesses tempos antigos, em que nenhuma das maravilhas do universo atual existia; nessa época primitiva em que, tendo-se feito ouvir a voz do Senhor, os materiais que no futuro haviam de agregar-se por si mesmos e simetricamente, para formar o templo da Natureza, se encontraram de súbito no seio dos vácuos infinitos; quando aquela voz misteriosa, que toda criatura venera e estima como a de uma Mãe, produziu NOTAS HARMONIOSAMENTE VARIADAS, para irem vibrar juntas e modular o concerto dos céus imensos.
ResponderExcluirO mundo, no nascedouro, não se apresentou na sua virilidade e na plenitude de sua vida, não. O poder criador nunca se contradiz e, como todas as coisas, o universo nasce criança. Revestido das leis mencionadas acima e da impulsão inicial inerente à sua própria formação, a matéria cósmica primitiva fez que sucessivamente nascessem tubilhões, aglomerarações desse fluido difuso, amontoados de matéria nebulosa que se cindiram por si próprios e se modificaram ao infinito para gerar, nas regiões incomensuraveis da amplidão, diversos centros de criações simultâneas ou sucessivas.
Em virtude das forças que predominaram sobre um ou sobre outro deles, e das circunstâncias ulteriores que presidiram aos seus desenvolvimentos, esses centros primitivos se tornaram focos de uma vida especial: uns, menos disseminadas no espaço e nais ricos em princípios e em forças atuantes, começaram desde logo a sua particular vida astral; os outros, ocupando ilimitada extensão, cresceram com extrema lentidão, ou de novo se dividiram em outros centros secundários.
Deus talvez, não seja um só,Deus é o máximo que podemos entender por enquanto.
ResponderExcluirA consciência espiritual que arquiva todas as vivencias em todas as épocas da eternidade.
O máximo da manifestação espiritual na terra, é o Amor espiritual.
O máximo do Amor na terra, é quando doamos até nossa própria vida em benefício daquele que amamos, sem querer nada em troca e tendo consciência que doamos sómente a vida carnal, pois a espiritual tem que ser conquistada e entendida.Não confundir um ato de amor desesperado com suicídio, que é ignorancia,covardia e egoismo puro.
aqueles que se encontram no planeta terra na dimensão espaço tempo físico, não estão no mundo real nem muito menos no tempo real, vivemos no passado da matéria que é a explosão, a transformação a evolução, que de uma certa forma para o mundo real, já passou. A matéria , presente e real, se encontra em estado evoluidíssimo a tal ponto que a própria matéria,também existe no mundo real e espiritual, porque é nossa própria criação, e os espíritos fazem o que querem com a matéria dependendo da sua evolução.
Existe uma grande diferença entre o presente do mundo espiritual e real, para o presente do espírito que habita o mundo espiritual, que dependendo do nível de consciência espiritual, ainda estará próximo ou longe do verdadeiro mundo espiritual e real que é a causa de tudo que
Nossa galáxia é um ponto no universo material e o universo material não é nem um ponto no universo espiritual.
ResponderExcluirnós estamos presos nesta dimensão espaço tempo, que é o resultado, o efeito da ação consciente dos habitantes de outra dimensão, que é a causa disso tudo, que é de fato a real. Este universo que vivemos é como um campo de infinitas elaborações da matéria, aqui o tempo o espaço a matéria bruta são um entrave econfundimos tudo,achamos que tudo é como vemos e sentimos com os nossos fracos sentidos.também somos habitantes desta dimensão real (mundo espiritual)estamos aqui porque somos os engenheiros de deus em constante aprendizado e retornaremos para esse mundo depois da morte carnal.
ResponderExcluirEsse mundo espiritual é muito diferente desse dependendo do nível de consciência de cada um.
No mundo espiritual a várias localidades assim como no mundo material também há.O tempo e o espaço de uma certa forma dependendo da localidade desaparece.Tudo vira presente.
É TUDO ACASO? O FUTURO NÃO É NADA?
ResponderExcluirNós vivemos, pensamos, agimos, eis o que é positivo; nós morremos, e isso não é menos certo. Deixando a terra, para onde vamos? Em que nos tornaremos?
Seremos melhores ou piores? Seremos ou não seremos? Ser ou não ser, tal é a alternativa; é para sempre ou para nunca; é tudo ou nada:ou viveremos eternamente, ou tudo se acabará sem retorno.VALE BEM A PENA PENSAR NISSO.
Todo homem experimenta a necessidade de viver, de gozar,de amar, de ser feliz.Dizei aquele que sabe que vai morrer que ele viverá ainda, que sua hora será retardada, dizei-lhe, sobretudo, que será mais feliz do nunca fora, e seu coração vai palpitar de alegria. Mas, de que serviriam essas aspirações de felicidade, se um sopro pode fazê-las desvanecerem-se?
Há alguma coisa mais desesperadora do que esse pensamento da destruição absoluta? Afeições santas, inteligência, progresso, saber laboriosamente adquirido, tudo será aniquilado, tudo estará perdido!.+
Qual a necessidade do esforço para se tornar melhor, da repressão para conter suas paixões, fatigar-se para adornar seu Espírito, se disso não se deve recolher nenhum fruto, sobretudo, com esse pensamento de que amanhã talvez isso não nos servirá para nada? Se assim fosse, a sorte do homem seria mil vezes pior do que a do animal, porque o animal vive inteiramente no presente, na satisfação de seus apetites materiais, sem aspiração quanto ao futuro.UMA SECRETA INTUIÇÃO DIZ QUE ISSO NÂO É POSSÍVEL.
Pela crença em o nada, o homem concentra fortemente todos os seus pensamentos sobre a vida presente; não poderia, com efeito, logicamente se preocupar com o futuro que ele não espera.Essa preocupação exclusiva do presente conduz, naturalmente, a pensar em si antes de tudo;é pois,o mais poderoso estímulo ao egoismo, e o incrédulo é coerente consigo mesmo quando chega a esta conclusão: gozemos enquanto aqui estamos, gozemos o mais possível, porque depois de nós tudo estará terminado; gozemos depressa, porque não sabemos quanto isso durará: e a esse outro, tambem muito grave para a sociedade: gozemos, apezar de tudo; cada um por si; a felicidade, neste mundo, é do mais esperto.
Se o respeito humano detém alguns, que freio podem ter aqueles que nada temem? Eles dizem que a lei humana não alcança senão os inábeis; por isso aplicam seu gênio nos meios de a contornarem. Se há uma doutrina malsã e anti social, seguramente, é a dos céticos e materialistas porque rompe os verdadeiros laços da solidariedade e da fraternidade.
Suponhamos que, por uma circunstancia qualquer, todo povo da terra adquirisse a certeza de que em um ano todos serão aniquilados, e que não haverá vida depois da morte, que fará durante esse tempo? Trabalhará pelo seu melhoramento, pela sua instrução? Se entregará ao trabalho para sobreviver? Respeitará os direitos os bens, a vida dos seus semelhantes? Submeter-se-á às leis de uma autoridade qualquer que seja, mesmo a mais legítima? Terá para si um dever qualquer? Seguramente que não. Pois bem. O que não se alcança em massa, a doutrina do materialismo o realiza, cada dia, isoladamente. Se as consequências disso não são tão desastrosas quanto poderiam ser, é primeiro porque, entre a maioria dos incrédulos, há mais fanfarrice do que de verdadeira incredulidade , mais dúvidas do que convicção, e porque tem mais medo do nada que procuram aparentar: os incrédulos absolutos são uma infinita minoria a beira da psicopatia .
Se a incredulidade absoluta se tornar um dia a opnião da maioria, o que é quase impossível porque o mundo espiritual não para de trabalhar para a melhora do planeta, mas se isso acontecesse seria o fim.