Os primeiros 500 milhões de anos não são mais um grande mistério |
Sabemos que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e que foi formada junto com os outros planetas do Sistema Solar. O grande matemático francês Pierre Simon de Laplace foi o primeiro a propor um modelo para a formação do Sol e da sua corte de planetas. Usando a mecânica de Newton, Laplace provou que uma esfera de matéria girando e encolhendo devido à sua própria gravidade eventualmente se achataria na forma dum disco com a maior concentração de matéria no centro. Quem faz pizza sabe disso intuitivamente.
Modelos mais modernos, usando computadores, mostram que a formação dos planetas se deve à agregação de partículas de matéria, como quando fazemos bolas de neve: a bola cresce ao agregar mais flocos de neve. (Sei que a imagem não é muito ilustrativa no Brasil, mas está nevando lá fora e não pude resistir.) No caso dos planetas rochosos, partículas microscópicas tornaram-se pedregulhos e estes, ao colidir, começaram a formar proto-planetas. Para os planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), matéria como hidrogênio e metano, que mais perto do Sol é volátil, estava congelada. Por isso, esses planetas têm uma composição bem distinta daquela da Terra e dos seus primos rochosos (Mercúrio, Vênus, Marte e asteróides).
O processo de nascimento planetário é bastante caótico. Durante os primeiros 500 milhões de anos, os planetas e as suas luas foram ferozmente bombardeados por asteróides e cometas, detritos do período de formação do sistema solar. Segundo teorias modernas, a própria Lua nasceu devido à uma gigantesca colisão entre a Terra e um proto-planeta do tamanho de Marte, logo no começo.
A visão que temos é de que a Terra era o próprio inferno: colisões com asteróides de 100 km ou 200 km de diâmetro, capazes de evaporar todos os oceanos, eram relativamente comuns.
Nessas condições, a vida seria impossível. Por isso, teorias que procuram explicar a origem da vida especulam seu início em torno de 3,8 bilhões de anos atrás, quando as coisas principiaram a se acalmar: oceanos não evaporaram mais, e as colisões, embora continuassem, já não alteravam completamente o quadro planetário.
A dificuldade com essa explicação é a falta de evidência que temos dos primeiros 500 milhões de anos de vida da Terra. Como dizem os geólogos, a memória do passado terrestre está escrita nas rochas. Se rochas não existiam, ou se eram aniquiladas e derretidas continuamente por colisões devastadoras, não existe memória: os primeiros 500 anos de vida da Terra seriam permanentemente envoltos em mistério, algo que deixa os cientistas com muito incômodo. Felizmente, as coisas estão mudando.
Tudo por causa dos cristais de zircão, os únicos pedaços de matéria disponíveis que datam dos primeiros 500 milhões de anos da Terra e que sobreviveram ao pandemônio. Combinando o elemento zircônio com silício e oxigênio, os cristais ultra-resistentes, incrustados em rochas australianas de 3 bilhões de anos, guardam a memória da mais tenra infância terrestre. Para facilitar ainda mais, os cristais contêm traços do elemento radioativo urânio, permitindo estimar a data de sua formação como tendo sido nos primeiros 200 milhões de anos da Terra.
Traços de isótopos de oxigênio mostram que já existia água em abundância. Análises mostram ainda que a Terra era mais fria do que se pensava.
Apenas em placas continentais tais temperaturas eram possíveis. Uma Terra com água líquida e placas continentais permite a formação da vida bem antes do que 3,8 bilhões de anos atrás. Talvez a vida tenha tido mais tempo do que se pensa para surgir.
1. Do Holograma
ResponderExcluirO Universo é mais complexo do que imaginamos aí na Terra. Os
campos que mencionei na primeira mensagem se complementam e
influenciam a matéria. Podemos observar e participar dessa influência
usando nossa vontade que é agora mais livre. Quando não estamos
próximos à matéria vivenciamos o mundo espiritual em toda a sua
grandeza. Essa vivência é bem diferente da que é experimentada aí. Tudo
aqui é mais leve, mais fluido, mais rápido, mais luminoso e mais fácil de
ser modificado.
A Doutrina Espírita esclarece que o homem é composto do corpo
material, do perispírito e da alma
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, enquanto que nós espíritos, temos
apenas o perispírito e a alma. Na alma está a mente, e no perispírito, que
serve de ligação entre a mente e o corpo material, são registradas as
memórias de todas as nossas vidas anteriores. É no perispírito, por um
processo natural, que é realizada a transformação da percepção
tridimensional para a dimensão mental da alma, da mesma forma que o
cérebro do corpo material realiza a transformada (o cérebro é um
transformador) das impressões dos sentidos materiais em percepção
tridimensional.
Conforme relatei em outra mensagem, aqui tudo é mental e a
analogia mais próxima para nos referirmos à constituição de nossa alma é
o holograma. Entretanto, embora semelhante na conceituação básica, a
mente é muito mais complexa do que um holograma comum. A Ciência já
está aceitando a mente como um holograma, mas ainda não possui nenhum
modelo matemático que se assemelhe à estrutura da mente em toda sua
complexidade. Portanto, ao citarmos o holograma como analogia, ainda
corremos o risco de não explicar todos os fatos de forma coerente. Mas
sendo o único modelo que se aproxima, vamos tentar usálo para uma
introdução ao assunto. Cada partícula material, cada partícula de um
corpo espiritual, está presente em todos os pontos do holograma da mente
universal. Como no holograma, cada ponto da mente possui todas as
informações do Universo, com a diferença que a estrutura da mente não é
rígida. Uma pequena modificação em um ponto da mente se revela em
todos os pontos dessa estrutura. Como o holograma não ocupa lugar no
espaço, por estar em uma dimensão diferente, essas modificações podem
ser detectadas em pontos distantes do Universo. Decorre daí a aparente
ação à distância, com velocidade infinita, como na interpretação de
Copenhague de que a Ciência está agora se dando conta. Para nós o
espaço e o tempo são mera ilusão, pois o registro de todas as partículas de
matéria estão em todos os pontos do holograma, e qualquer ação entre
duas partículas é sentida imediatamente em qualquer parte do universo,
ResponderExcluirindependentemente da distância. Assim a distância não existe no plano
mental, pois tudo estaria num mesmo e em todos os pontos do holograma.
Na fotografia em três dimensões temos a fonte de laser, o filme
com o holograma e a imagem, tudo disposto no espaço tridimensional. No
Universo a luz coerente é o Amor Divino, o filme com o holograma é o
campo mental, e a imagem é o Universo, o virtual e o material. Cada um de
nós é um ponto da imagem e, ao mesmo tempo, nossa mente é parte do
holograma, sendo capaz de ter consciência do restante do Universo. Aqui
temos, portanto, uma diferença básica para a fotografia holográfica. No
Universo o holograma e a imagem gerada se interpenetram e um ponto da
imagem pode estar consciente do restante através da parte da mente que
está copresente. É como se houvesse uma fonte de laser em cada ponto do
Universo, gerando cada uma a imagem global a partir do holograma.
Em termos de Física, dizse na atualidade que o observador
determina o comportamento do experimento, criando com sua mente os
resultados que espera observar. Existiria entretanto um acordo tácito entre
os diversos observadores para que todos vejam, sintam e aceitem conforme
uma convenção aprovada pela maioria. Sem esta convenção nada teria
sentido. O termo acordo tácito não é o mais adequado para descrever o
conceito já que nossa mente é parte da mente universal e o acordo advém
da mente universal. Seria portanto melhor dizer que o observador antecipa
o resultado do experimento e que ele muda o comportamento do
experimento mudando o experimento, recaindo assim na interpretação
clássica.
2. Dos Espíritos
Quando um espírito sai do corpo terreno, dependendo de sua
evolução, poderá permanecer em diversas situações:
· apenas como alma, sem perispírito, em planos do campo mental, para
aqueles em estágios mais elevados de evolução;
· como espírito com perispírito, em planos intermediários, vivendo uma
vida semelhante à que vivia na Terra, para aqueles que tem uma
evolução normal como a maioria das pessoas deste planeta de
expiação e provas; seu perispírito se apresenta pouco denso, formado
de FCU e antimatéria, sendo que essa densidade diminui quanto maior
for a evolução do espírito.
· como espírito com perispírito em planos inferiores, quando o espírito é
renitente no mal. Neste caso seu perispírito se apresenta mais denso,
com maior quantidade de antimatéria.
A morte no corpo físico não altera o estado do espírito, que
naturalmente irá para perto daqueles que se lhe assemelham em evolução,
recomeçando no outro lado no ponto em que se encontrava na Terra. Seu
sofrimento ou felicidade será sempre função do plano em que se situam
sendo tudo uma consequência automática de seus atos. E a todos é
permitida a mudança de comportamento para um retorno aos planos
ResponderExcluirsuperiores em um futuro apropriado, após ter completado sua evolução.
Para nós, espíritos que estamos vivendo aqui num corpo fluídico,
tudo se passa como aí na Terra e vemos também uma ilusão convencional
que se comporta como um mundo tão real como o material. Nossos
sentidos porém são mais potentes, comandados por nossa mente, e
podemos ver, sentir, e nos fazermos sentir em qualquer parte e em vários
ou em todos os lugares simultaneamente, dentro da mesma analogia com o
holograma mencionada acima. Um sensitivo vivo também pode fazêlo em
transe, ficando seu corpo material num ponto do planeta e aparecendo
como espírito em local distante por comando de sua vontade, ou até em
mais de um lugar ao mesmo tempo. Para nós tudo isso se torna bem mais
fácil, pela ausência da matéria densa.
Nós espíritos podemos, se assim o desejarmos, nos habituarmos a
sentir como se ocupando todo o espaço do universo, mas não o fazemos
porque não necessitamos disso já que temos consciência de termos o
Universo em nós, e porque ainda estamos habituados a nos relacionarmos
com outros corpos espirituais de forma humana. Limitamos assim nossa
“visão”, bastando para isso desejálo, por ser mais cômodo em nosso
estágio atual de evolução. Tudo depende, de novo, de estarmos mais ou
menos ligado ao perispírito.
Quando “descemos” à Terra (poderíamos também dizer, subimos
para o nível de energia da matéria) operamos uma transformação para
ajustar nosso corpo perispiritual à matéria, processo a que damos o nome
de densificação, de modo a ocuparmos um espaço material. Mas cada
parte de nossa alma, cada pequeno ponto formador do todo, continua
contendo todas as informações do Universo, como no holograma. A
densificação ocorre apenas no perispírito e é efetuada pela incorporação
de partículas do campo material.
Quando dizemos que o corpo fluídico envolve a alma não estamos
nos referindo à alma como um núcleo que ocupa um centro no perispírito
mas que a alma é como um suporte, uma essência ou uma matriz que está
presente em cada elemento do corpo fluídico. Ele toma então a forma de
matéria etérea, sutil, constituída de moléculas e átomos sobre essa matriz
subjacente. Dito de outra forma, o corpo fluídico é uma projeção do
holograma da alma que existe em outra dimensão.
Essa estrutura existe estando o espírito desencarnado ou não e é
por ela que é feita a programação de nossos corpos em cada encarnação,
antes mesmo da que será materializada pelos cromossomas. Temos aí
também a origem dos fenômenos de materialização, provocada pela
migração dos átomos materiais para a estrutura previamente formada do
holograma.
Em planos mais altos, estando o espírito em estágios de evolução
adiantados, não existe mais a necessidade dessa estrutura atômica, e o
espírito pode existir como forma holográfica, mais sutil, desprendendo o
corpo fluídico. Isso sem prejuízo da “forma” externa que pode ser vist
ainda como uma projeção holográfica na mente dos espíritos que conosco
ResponderExcluirse comunicam. É notável também, que neste caso, não havendo mais a
noção de espaço, podemos todos ocupar ou não um mesmo lugar no espaço
material. Mas, ainda por hábito, vemos os demais espíritos e tudo a nossa
volta, como ocupando um lugar que convencionamos existir, sendo tudo
uma questão de sintonia de nossas mentes que podemos modificar à nossa
vontade. Da mesma forma, a matéria pode ser entendida como uma
projeção holográfica da mente Divina que todos os seres humanos
convencionaram ver da forma como é vista, convenção esta que tem sido
transmitida de geração em geração.
3. Da Comunicação
Esclarecendo nossa forma de comunicação, observe que uma ideia
é um conjunto de pensamentos relacionados e também é um holograma.
Aqui, como já disse, nos comunicamos por ideias. Numa comunicação com
um espírito encarnado também o fazemos geralmente dessa forma. Um
médium intuitivo é a pessoa que naturalmente capta uma ideia em seu
espírito, faculdade essa chamada de intuição, e a traduz para a forma de
palavras. Toda esta mensagem de hoje cabe em apenas um holograma. Isto
exige um grande poder de abstração por parte do médium e quando não
encontramos um médium com essa capacidade temos que colocar a ideia
em forma de pensamentos encadeados ou palavras e transmitilas uma a
uma como na psicografia ou psicofonia, exigindo muitas vezes o transe do
médium.
Na transmissão de ideias a cultura do médium influi no conteúdo
da mensagem e este só poderá traduzir aquilo que já consegue
compreender. Assim, nesta mensagem existem ainda muitos pontos em que
a Ciência não se desenvolveu o bastante para compreendêlos; o conceito
mesmo de holograma é recente e não teria sido compreendido há um
século atrás. Daí esse tipo de mensagens conter sempre contradições
aparentes. Mas é destas contradições que se chega à interpretação correta,
às grandes descobertas, com novos impulsos para a Ciência. Kekulé tinha
recebido a ideia completa do anel de benzeno desde o começo, mas sua
mente não conseguia captála até ter tido um sonho que o fez visualizar o
formato de anel. As interpretações previamente concebidas pela Ciência, e
pelo próprio médium receptor, se constituem num bloqueio para a
percepção integral de novas ideias.
Esta mensagem pode parecer estar misturada porque ao se
traduzir uma parte do holograma se pega também partes vizinhas,
mudando um pouco de assunto. Quando refletimos no que foi dito voltamos
ao assunto anterior e vemos que ainda havia mais para ser transmitido.
Isto porque o holograma foi transmitido por inteiro e gravado no seu
espírito, em outro momento anterior que não este em que está sendo escrita
a mensagem. Se, posteriormente, forem arrumados os diversos períodos,
teremos um encadeamento lógico das ideias. Esta partição se nota também
na psicofoni
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirA motivação primária das teorias da supergravidade e das supercordas tem
sido a unificação da gravidade com as outras interações das partículas elementares,
com a esperança de desenvolver uma teoria quântica da gravidade. Na nossa bem
conhecida teoria clássica do campo eletromagnético podemos aumentar a energia do
campo de quanto quisermos, mas na teoria quantizada o aumento da energia só pode
ser feito em quantidades discretas, os quanta ou fótons no caso do eletromagnetismo,
que na linguagem da Física moderna são também chamados de partículas. Nessas
teorias os estados de mais baixa densidade de energia são chamados de “vácuo
verdadeiro” e assumese que o espaço vazio consiste de um destes estados. Possíveis
oscilações destes valores de vácuo são chamados de partículas de Higgs. A Ciência
entretanto ainda não consegue explicar as observações astronômicas referentes ao
estado de quebra de simetria, que descreve nosso presente universo, observações
essas que apresentam grandes valores para os campos de Higgs, enquanto que os
valores esperados da densidade de energia para um vácuo simétrico, no qual os
campos de Higgs tem amplitude zero, deveriam ser zero. Este problema, que é
equivalente ao “problema da constante cosmológica”, parece indicar que mesmo um
estado tão simples como o vácuo tem propriedades que ainda não são
compreendidas.
Esta semana a aula versou sobre a estrutura dos campos. O
ResponderExcluircampo de energia, ou simplesmente campo, é constituído pelos diversos
tipos de partículas elementares e suas antipartículas, positivas e negativas,
embora com densidades locais diferentes. O éter nada mais é que o
conjunto de partículas elementares h+ e h. Quando em pares orientados
ou dipolos formam os campos eletromagnético e antieletromagnéticos, que
diferem apenas pelo excesso de uma das partículas elementares. Os
campos gravitacional e antigravitacional são o conjunto de partículas23 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Primeir a Parte
elementares m em, que formam gradientes opostos de densidade em torno
da matéria e da antimatéria.
Somente quando estamos falando de campo é que nos referimos a
um tipo específico de partícula. Como o holograma é quantizado, formado
por pontos, o espaçotempo não é contínuo. Assim todas as dimensões de
espaço e de tempo são descontínuas. Também os campos, como o FCU, o
campo gravitacional e o campo eletromagnético, são formados por
partículas elementares. A cada campo está associada uma partícula
elementar e a cada anticampo a sua antipartícula elementar, sendo que
ambos, campo e anticampo, são descontínuos e ocupam simultaneamente o
espaço, em equilíbrio com a matéria e a antimatéria locais. As partículas
elementares h+ h, que dão origem às cargas elétricas, quando agrupadas
com as de sinal oposto formam os fótons. Em estado de energia nula essas
partículas elementares estão espalhadas no campo e normalmente unidas
aos pares com suas antipartículas, formando dipolos elétricos,
responsáveis pela polarização do campo eletromagnético.
O campo magnético é o campo elétrico visto de um sistema em
movimento relativo e viceversa. Para um observador em repouso o campo
magnético é o resultado do movimento do campo elétrico e se uma
partícula se move nesse campo magnético ela verá um campo elétrico
aparente. Portanto, como já demonstrado pela Teoria da Relatividade, o
campo elétrico e o magnético são um só, o campo eletromagnético, e a
intensidade aparente de cada um, conforme a velocidade do observador,
são dadas pelas transformações de Lorentz.
O campo gravitacional não é tão simples como se descreve
atualmente. Ele também é formado por partículas e antipartículas
elementares de massa, constituindo na verdade dois campos superpostos.
Essas partículas elementares de massa são próprias do campo
gravitacional e portanto diferentes das que formam o campo
eletromagnético, como veremos no capítulo seguinte. Na proximidade de
um planeta como a Terra, essencialmente material, o campo gravitacional
é formado principalmente de partículas elementares materiais de massa ou
partículas m. A densidade destas partículas cresce na direção do centro da
Terra. A densidade de partículas virtuais ou antipartículas elementares m,
decresce na mesma direção. Na proximidade dos corpos celestes do
Universo virtual, constituídos principalmente de antimatéria, ocorre o
oposto, a densidade do campo gravitacional material decresce e a do
campo gravitacional virtual aumenta na direção do centro. A matéria tende
a levitar no anticampo ou campo virtual e, inversamente, a antimatéria
levita no campo material. Há, porém, uma diferença de nível de energia
entre os dois de modo que não apenas a antimatéria como também o
anticampo, ambos rarefeitos na proximidade do planeta, não são
facilmente detectáveis pelos instrumentos atuais.
Os prótons atraemse entre si pela Lei dos Semelhantes, uma vez
que possuem massas positivas e cargas elétricas de mesmo sinal. Esta
força de atração atua também sobre as partículas elementares dos campos
eletromagnético e gravitacional, formando uma camada dentro do núcleo,
ResponderExcluircomo um fluido, de grande densidade ou alta energia, que passou a ser
chamado de glúon.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirIniciado pelos atomistas gregos da época présocrática o homem tem
buscado por mais de 2400 anos os constituintes elementares indivisíveis da matéria.
Nesta busca construiu aceleradores de partículas gigantescos e tem empregado
milhares de pessoas nos cerca de vinte laboratórios na Europa, Estados Unidos e
Rússia. Do átomo de Demócrito passamos para o conceito de moléculas formadas de
átomos sendo estes formados por elétrons (com carga elétrica negativa) e núcleos.
Os núcleos são compostos de prótons (com carga elétrica positiva) e nêutrons sendo
estas três as únicas partículas conhecidas nas primeiras décadas do século XX.
Desde então novas partículas tem sido descobertas e foram agrupadas em duas
categorias: os léptons (elétron, múon, tau e seus neutrinos associados) que interagem
fracamente e os hádrons (próton, neutron e píons) que interagem fortemente entre si.
Por exemplo, as forças que mantém unidos os prótons e os nêutrons no núcleo é uma
manifestação da força forte que atua entre os hádrons. Os hádrons também foram
divididos em dois grupos: os báriuns que são hádrons que decaem em prótons e os
mésons que decaem em léptons e fótons ou em pares prótonantipróton. Os
experimentos demonstraram que os hádrons são formados por partículas ainda mais
elementares chamadas de quarks, dotadas de cargas elétricas fracionárias. Alguns
cientistas atuais admitem teoricamente a existência de partículas ainda mais
elementares que se agrupariam para formar quarks de estrutura composta.
O Espiritismo ainda não havia se pronunciado na área da Física em geral e
muito menos nesta área dos quarks, aceitando os avanços científicos e se adaptando
aos mesmos dentro do possível, sempre no sentido de manter intacta a Doutrina de
Allan Kardec. Alguns poucos autores tem se aventurado na área científica
especializada, em geral para citar que o perispírito é formado de antimatéria,
A aula de hoje tratará da constituição das partículas atômicas que
ResponderExcluirsão formadas de quarks unidos pela força forte, mais ou menos da forma
que a Ciência está descrevendo, mas com algumas diferenças
fundamentais. Os quarks aqui são strings de partículas elementares dos
diversos tipos, daí a propriedade que têm de, em se partindo, constituírem
novos quarks. A tabela abaixo resume os tipos de quarks ou sabor e sua
relação com os campos já citados:
SABOR FORÇA CARGA ANTIQUARK CARGA
PARTÍCULAS
ELEMENTARES
u Eletromagnética +2/3
u
2/3 h+, h
d Eletromagnética 1/3
d
+1/3 h+, h
l Fraca +1
l
1
l, l
m Gravitacional +1
m
1
m, m
Os quarks têm natureza fractal: qualquer quark é formado de
subquarks ou sabores e estes por outros subquarks ainda menores, e assim
por diante. Cada sabor na primeira coluna acima é um conjunto de
inúmeras partículas elementares da última coluna e cada quark pode ter
vários subquarks, e portanto ser constituído por diferentes partículas
elementares. Os quarks são denomidados pelo sabor predominante. Assim
um quark u pode ser constituído de sabores m, l, d e u, neutralizados por
seus antiquarks, sendo o sabor u o dominante em um quark u. Apenas o
sabor predominante é responsável pelo valor da carga elétrica final,
devendo os restantes apresentar um balanço nulo de carga elétrica.
Além disso o quark possui spin em várias seções da string e
conforme o sabor que se apresenta o quark pode mudar sua cor naquela
direção. Assim cada quark pode ter mais de uma força ou cor associada ao
campo correspondente, dependendo das partículas elementares que
constituem sua string. A força na tabela acima é a força resultante em um
barium que tenha este quark predominante.
Os quarks u, d, c, s, b e t citados pela Ciência, ficam reduzidos a
apenas dois, os quarks u e d. Os quarks c e s podem ser considerados como
sendo respectivamente os quark u e d em estados de maior energia
positiva, enquanto que os quarks b e t são estados de ainda maior energia
positiva destes dois quarks. Além dos quarks u e d temos ainda os quarks m
e l (de massa e lépton), e seus antiquarks m e l que podem ser associados
com o número quântico bárium, quarks estes ainda não considerados pela
Ciência.
Como veremos adiante, um próton é constituído por uma string de
seções tendo em cada uma três subquarks u e d e um quarto subquark m ou
l. Para descrever essa string colocaremos entre parênteses a sequência de
subquarks e, em negrito e separado por vírgula no final da string, a
ResponderExcluirdenominação dos subquarks dominantes. Assim para um próton teremos:
_ _ _ _ _ _
(d d u mudd ... mudd ... mudd u d d, muud)
O elétron também possui subquarks e cores (l u u d) tendo
carga elétrica 1 e carga leptônica 1, ou seja sua massa é fraca e negativa
e formado por antiquarks, sendo assim antimatéria. O elétron neutrino (l
l) como o nêutron (mudd), tem carga nula, sendo o quark m responsável
pela maior massa do nêutron. A massa do neutrino é nula e o antineutrino
é idêntico ao neutrino. O próton (muud) e o pósitron (luud) em estado de
energia positiva, têm carga elétrica e massa positiva. O fóton é constituído
de quarks e antiquarks (d d) ou (u u), portanto com carga elétrica e
carga bariônica nulas. Os mésons (l u d ), (l d u), (l u u), (l u u), (l d
d), (l s d), ( l s u), etc., contem vários quarks l ou antiquarks l,
dependendo do nível de energia. A diferença de massa entre neutrinos,
pósitrons, elétrons e mésons reside na quantidade de quarks, especialmente
quarks l ou l, presentes em cada um, dependendo do nível de energia em
que se situam. O bóson de Higgs (m m) contem apenas o quark m e seu
antiquark m, sendo portanto o seu próprio antiquark.
Na verdade esta simbologia diz apenas os tipos de quark em
excesso e não sobre suas quantidades, uma vez que alguns são
compensados pelos seus opostos. Por exemplo, um nêutron pode ser
formado por muitos grupos de quarks adicionados ao grupo principal:
_ _ _ _ _ _ _ _
(d d u) +...+ (mudd) + (u u d) + (uud) + (m m) + (l l ) + (,mudd)
E mesmo o grupo característico pode existir repetidas vezes, em
número suficiente para a carga e a massa que corresponde ao seu estado
de energia:
_ _ _ _ _ _ _ _
(ddm uum ... muud ... l u u d . muud ddm ... ddm mudd);
Um próton pode ter, por exemplo:
_ _ _ _ _ _ _
(duu u u d ddm ddm ... ddm ... ddm, muud).
Assim, se um nêutron emite um elétron (l u u d) ficaremos com
um próton. Porém, como se pode ver acima, um próton não pode emitir um
pósitron (l u u d) porque sua carga positiva excedente não está ligada a um
antiquark l (mas a um quark m). Se esta reação vier a ser detectada no
futuro será pela interação de um méson neutro com um próton, liberando
um elétron e um pósitron do méson, seguido pela absorção do elétron no
próton que se transforma em néutron, numa reação de probabilidade muito
pequena.
O antipróton também pode ter diversos quarks dos tipos u d e
ResponderExcluirm:
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
(u u d duu ... m dd m dd ... m dd ... m dd, m u u d),
E o antinéutron dos tipos:
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
(u u d d u u l u u d . m d u u ... m dd ... m dd ..., m u d d).
Um antinéutron pode emitir um pósitron transformandose em um
antipróton mas um antipróton não pode emitir um eléctron transformando
se em um antinéutron porque a carga elétrica negativa excedente em um
antipróton está ligada a um quark m.
Da mesma forma quando dizemos que um quark tem carga +2/3
estamos apenas dizendo que este tipo de quark é responsável por levar esta
proporção da carga elétrica. Na verdade ele é constituído por inúmeras
partículas elementares do campo eletromagnético, cada qual com uma
carga infinitesimal. E quando dizemos que um quark tem uma certa massa
estamos dizendo que contém um número correspondentemente grande de
partículas elementares do campo de massa.
Não só o elétron possui subquarks mas também o glúon e o
próprio campo no nível zero de energia possuem quarks e antiquarks,
mésons e antimésons, elétrons e pósitrons, e pares h+h. Quanto maior a
energia, seja de um quark, de uma partícula atômica, de um méson ou de
um bóson, maior sua massa e maiores serão a string constitutiva e o
número de partículas absorvidas dos campos de massa e eletromagnético.
Quando uma partícula de alta energia é freada a energia em excesso que
corresponde ao novo estado é liberada na forma de quarks e antiquarks,
bariuns, mésons ou pares pósitronelétron que carregam a energia em
excesso.
Existe um estado da matéria em que matéria e antimatéria estão
intimamente unidas desaparecendo essa distinção. Este estado existiu nos
instantes iniciais do bigbang, e aparece nos buracos negros, nos buracos
brancos, conforme explicaremos no capítulo seguinte, e na fusão de
pósitrons e elétrons ou na fusão de qualquer partícula com sua anti
partícula. Ao diminuir o estado de compressão esta energia se
rematerializa como novas partículas, dependendo do campo local. Os
glúons e o campo já apresentam a dissociação de matéria e antimatéria,
em baixo nível de energia.
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
ResponderExcluirA Teoria da Relatividade Geral é a que está valendo atualmente. Ela produz
uma teoria da gravitação que incorpora naturalmente a Teoria da Relatividade
Especial em sistemas inerciais e o Princípio da Equivalência, que diz que um
sistema que cai livremente em um campo gravitacional é equivalente a um sistema
inercial. Nas quatro últimas décadas do Século XX o confronto da Teoria com
experimentos sofreu um grande impulso com a descoberta de novos métodos de
solução de suas equações e com avanços observacionais, incluindo a observação de
pulsares e de candidatos a buracos negros, o início de um programa experimental
para detecção de ondas gravitacionais, versões melhoradas para os antigos testes da
teoria, a descoberta de pulsares binários, a análise de efeitos quânticos no exterior de
buracos negros, a descoberta de lentes gravitacionais e o início da teoria da
unificação da gravitação com as outras interações.
É de se notar também que a solução das equações proposta por Einstein
para o Universo como um todo contem um termo chamado de constante
cosmológica que visava inicialmente anular o efeito de expansão do universo
previsto nas equações (o termo cosmológico também poderia ser interpretado como
um ação antigravitacional). Com a equação modificada ele pôde obter modelos
estáticos para o Universo. Após a descoberta de Hubble de que o Universo estava na
verdade se expandindo, este termo foi abandonado por Einstein como desnecessário.
Porém as equações nesta forma prevêem uma taxa de expansão que implicavam
numa idade do Universo, calculada em 1940, de 2 bilhões de anos, enquanto que os
geologistas nesta época calculavam que a idade da Terra fosse de 3,5 bilhões de
anos, mais velha portanto do que o Universo. Os astrônomos encontraram então
sérias falhas no método que estava sendo usado para calcular as distâncias das
galáxias usadas para calcular a idade do Universo. As novas determinações de
distâncias colocaram estas galáxias muito mais afastadas do que se pensava
previamente. A idade do Universo implicada por estas novas medições ficaram
então em cerca de 10 bilhões de anos, o que, juntamente com resultados de cálculos
da abundância de hélio e da radiação de fundo de microondas, afastariam31 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Primeir a Parte
definitivamente a ideia de um Universo estável. A Física nos mostra que a energia
de ligação gravitacional de um corpo é negativa e que se este corpo se tornar mais e
mais compacto, a massa total do corpo se tornaria negativa, exercendo a
antigravidade. Porém o Teorema da Energia Positiva, que foi provado tanto
matematicamente como também por físicos de partículas e pelos relativistas, diz que
na relatividade geral a massa total assintótica de um corpo isolado deve ser não
negativa, e um corpo que chegue perto da violação deste teorema se torna instável e
deve colapsar para formar um buraco negro de massa positiva. Entretanto veremos
que este teorema, válido para o Universo Material, teria seu correspondente para as
massas negativas do Universo Virtual e, como veremos, este buraco negro de massa
positiva se tornará um buraco branco de massa negativa no Universo Virtual.
O Espiritismo considera a gravidade em respostas isoladas em O LIVRO
DOS ESPÍRITOS, que são na maioria citadas no início de cada capítulo do presente
livro. Além disso, devem ser considerados os fenômenos de levitação descritos em
vários livros espíritas, onde se pode constatar a relativa facilidade com que os
Espíritos conseguem controlar a levitação.
1. O Campo Gravitacional
ResponderExcluirO campo de energia, ou simplesmente campo, é constituído pelos
diversos tipos de partículas elementares e suas antipartículas, positivas e
negativas, embora com densidades locais diferentes. A atração e repulsão
que as partículas nucleares exercem sobre as diversas partículas do campo
produz gradientes de densidade no campo, que a ciência denomina de
curvatura do campo, mais denso próximo da Terra para o campo material
e menos denso próximo da Terra para o campo virtual.
O éter nada mais é que o conjunto de partículas h+ e h. Quando
em pares orientados ou dipolos formam os campos eletromagnético e anti
eletromagnético, que diferem apenas pelo excesso de uma das partículas
elementares.. Os campos gravitacional e antigravitacional são o conjunto
de partículas elementares m e m, que formam gradientes opostos de
densidade em torno da matéria e da antimatéria. Nenhuma massa é apenas
matéria ou apenas antimatéria, havendo sempre uma proporção menor de
antimatéria, em estado de energia negativa, permeando os corpos
materiais. A densidade de partículas m é maior em direção ao centro de
massas materiais onde a quantidade de antimatéria, em nível negativo de
energia, é correspondentemente menor, e também a densidade de
partículas m é menor em direção ao centro de massas materiais. Nos
corpos, de antimatéria, como os quasares, ocorre o inverso, com
densidades maior de antipartículas elementares m e menor de partículas
elementares m em direção ao centro.
Os buracos negros são os pontos do universo material onde a
matéria e a energia positiva do campo material são absorvidas e enviadas
para o universo virtual. Lá eles atuam como buracos brancos, emitindo
essa energia. Os buracos brancos são os pontos do universo material onde32 – Paulo A. Ferr eir a (Espíritos diversos)
a antimatéria e a energia negativa absorvidas no campo virtual são
recebidas na forma de energia positiva. O que no universo material é um
buraco branco será um buraco negro no universo virtual e vice versa. Por
analogia, podemos denominar os quasares de buracos brancos. Enquanto
os buracos negros atuam como uma lente convergente, os buracos brancos
atuam como uma lente divergente.
Entretanto, os buracos brancos conservam a polaridade virtual no
campo material e repelem a energia positiva do campo. É como se os
buracos brancos fossem uma janela aberta através a qual a matéria pode
ser afetada à distância. Da mesma forma, os buracos negros conservam a
polaridade material no universo virtual e repelem a energia negativa do
campo. Assim os buracos brancos repelem energia positiva no universo
material e a energia negativa no universo virtual; e os buracos negros
repelem energia negativa no universo material e a energia positiva no
universo virtual.
Conforme já explicado no Capítulo 3, dentro dos buracos brancos
e dos buracos negros a matéria e a antimatéria estão intimamente unidas
perdendo sua distinção e constituindo um fluido único, misturandose
quarks e antiquarks sem formação de partículas e antipartículas. A matéria
absorvida no buraco negro após ser emitida no universo virtual se
transmuta em antimatéria e a antimatéria absorvida no universo virtual
após ser emitida nos buracos brancos do universo material se transmuta
em matéria. Isto ocorre porque, conforme os quarks e antiquarks são
rematerializados, há um rearranjo automático para as condições do campo
local. Assim os buracos brancos emitem luz e matéria no universo material
e os buracos negros emitem luz e antimatéria no universo virtual
O Princípio da Relatividade Virtual
ResponderExcluirVoltemos agora ao assunto das energias positiva e negativa.
Dissemos que um elétron em seu estado material é constituído de cargas
negativas e massa leptônica negativa, e que o pósitron é constituído de
cargas positivas e massa leptônica positiva. Porém esta afirmativa só é
válida no universo material já que o sinal da massa é relativo aos sinais do
ResponderExcluircampo e da carga bariônica da partícula atômica. Este é o Princípio da
Relatividade da massa ou o Princípio da Relatividade Virtual:
PRINCÍPIO DA RELATIVIDADE VIRTUAL
Quando a carga bariônica ou leptônica tem o mesmo sinal do campo, a
massa da partícula é positiva.
Um elétron em níveis negativos de energia tem massa positiva e
um pósitron em níveis positivos de energia tem massa positiva. Pósitron e
elétron no mesmo nível de energia terão forçosamente massas opostas.
Relativamente a um observador no universo virtual, a energia e a massa
negativas para o universo material são denominadas positivas, sendo
chamada de negativa a energia que prevalece no universo material. No
universo virtual, por convenção, os antiprótons têm carga positiva e os
pósitrons carga negativa, daí que só é necessário considerar os sinais das
cargas e da massa quando se está estudando partículas de um universo no
outro.
Quando pósitron e elétron se fundem temos um fóton de carga
neutra e massa nula, que pode ser absorvido no campo ou, passando por
um campo intenso, dissociar suas cargas gerando novamente um elétron e
um pósitron.
No universo virtual, devido à massa relativa negativa do pósitron,
a força de repulsão entre os dois produz uma aceleração do pósitron em
direção ao elétron; este por sua massa relativa positiva tende a se afastar,
devido à repulsão, resultando numa perseguição do elétron pelo pósitron
que pode se estabilizar num movimento orbital em torno de um centro
comum; é o par pósitronelétron referido acima. No universo material, o
pósitron tem massa relativa positiva e o elétron tem massa relativa
negativa, portanto é o elétron quem persegue o pósitron.
A antimatéria não aniquila a matéria, por terem massa e carga
elétrica de sinais opostos e existirem em níveis distintos de energia. Os dois
universos coexistem, embora em níveis diferentes de energia, sem
aniquilamento por um equivalente do princípio de exclusão de Pauli ou
Princípio da exclusão Virtual:
PRINCÍPIO DA EXCLUSÃO VIRTUAL
Uma partícula de matéria não pode ocupar o mesmo estado de qualquer
outra antipartícula e viceversa.
Então, resumindo, no universo material temos átomos com núcleo
de prótons (porque se atraem por terem mesma carga e massa aparente
positiva) e elétrons em órbita que apesar de serem repelidos pelos prótons,
são aparentemente atraídos por eles (por terem massa aparente negativa).
Pelo mesmo raciocínio dois elétrons se atraem, mas aparentemente se
comportam como se estivessem sendo repelidos por terem massa negativa.
No universo virtual temos átomos com núcleo formado por antiprótons que
ResponderExcluirse atraem por terem cargas iguais e massa aparente positiva e pósitrons
em órbita que, por terem massa relativa negativa, aparentam serem
atraídos pelos antiprótons e repelirem entre si.
Campinas, 25/3/1995
Nesta mensagem aprendemos com os Espíritos como matéria e antimatéria
ResponderExcluirpodem coexistir sem se aniquilarem mutuamente, seja por estarem em níveis
diferentes de energia, seja por formação de pares ou dipolos no nível zero de
energia. A antimatéria se situa principalmente no Universo virtual onde está sujeita
às mesmas leis da matéria no Universo material. Isto decorre diretamente do
Princípio da Relatividade Virtual, pois a antimatéria no Universo Virtual tem massa
positiva, e podemos inclusive, por convenção, trocarmos seu nome pelo da partícula
material correspondente. Aprendemos também que a gravidade é composta de dois
campos, o material chamado de campo gravitacional e o virtual chamado de campo
antigravitacional porque a matéria é repelida por ele. Na nossa galáxia, e portanto na
Terra, o campo gravitacional predomina, como também a matéria, em relação ao
campo antigravitacional e à antimatéria do Universo virtual local. Vimos também o
papel dos buracos brancos e negros na transferência de energia e de matéria e
antimatéria entre os dois Universos, havendo uma transmutação de matéria em
antimatéria e vice versa, como decorrência da adaptação ao campo de energia local.
Um corpo material que aumenta sua massa acaba por entrar em colapso,
transformandose num buraco negro, e a matéria passa como antimatéria para o
Universo virtual. O inverso ocorre nos buracos brancos.
A teoria de Frölich é aplicada aqui na explicação das curas espirituais e no
mecanismo da ligação do perispírito com o corpo, nos Espíritos encarnado
O MOVIMENTO
ResponderExcluir“Não, nada é vazio. Aquilo que par a ti é vazio está ocupado por uma matéria
que escapa aos teus sentidos e aos teus instrumentos.”
O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Pergunta 36
O que nos dizem a Física e o Espiritismo atuais
A Física ainda não considerou a quantização do movimento e não aceita os
fenômenos espirituais de transportes de matéria, materializações, curas espirituais,
mediunidade e outros. Existem uns poucos médicos e cientistas que aceitam a
influência da mente sobre a matéria, mas, a maioria tenta, sem sucesso, explicar
esses fenômenos através da parapsicologia. O Espiritismo porém está bastante
adiantado nesta área, havendo uma vasta literatura a respeito. Esta lição dos
Espíritos vem agora preencher o que seriam lacunas nestas duas áreas do
conhecimento.
Sétima Mensagem
Hoje vamos estudar o movimento das partículas. Creio que você já
teve intuição a respeito quando imaginou que todo movimento é
quantizado. Sendo o holograma quantizado, o movimento se dá aos saltos.
Nada na verdade é contínuo nem o espaçotempo, consequentemente o
movimento também não é contínuo. Daí que todas as grandezas da Física
também são quantizáveis, como a energia, a temperatura, a massa, etc.
Mas além de ser quantizado todo movimento é holográfico no sentido de
que todo o holograma subjacente na mente universal é alterado, conforme
já tínhamos dito nas primeiras aulas. Daí é fácil entender que todo o
Universo está interligado e não há nada que aconteça que seja por acaso.
Esta é de certa forma a teoria da sincronicidade e da ação à distância.
Como o espaço é preenchido de energia, composta de partículas
elementares pontuais dos dois universos, temos entre cada dois pontos do
espaço do universo material, um ponto não real que pertence a outra
dimensão, ou outro plano. Um corpo que se desloca, portanto, ora passa
por um ponto real ora pelo intervalo não real e a passagempor este espaço
não real é o que a Ciência denomina de efeito túnel. É passando por esse
espaço que o espírito pode atravessar a matéria, fazer materializações e
transporte de matéria.37 – A ESTRUTURA DA MATÉRIA SEGUNDO OS ESPÍRITOS – Primeir a Parte
O mundo material é formado pelos átomos e entre eles está o
ResponderExcluircampo formado pelas partículas elementares com energia positiva. Entre
essas partículas podemos vislumbrar os átomos virtuais e as partículas
elementares com energia negativa que formam o mundo espiritual e entre
as partículas elementares com energia positiva e negativa, ainda mais
diminutas, poderíamos vislumbrar as partículas do mundo mental que, por
serem parte do holograma, servem de matriz tanto para o mundo espiritual
quanto para o material. Aliás, até mesmo as partículas elementares de
energia positiva e negativa são constituídas de pontos desse holograma.
Esta é também a explicação para a coexistência do mundo
espiritual com o material, lado a lado. O cérebro do corpo material foi
acostumado a perceber apenas o mundo real. Entretanto ele poderá ver
naturalmente ambos os mundos, se devidamente treinado, ou se desde
criança não for ensinado a não ver o mundo espiritual. Ele poderia então
percebêlo normalmente, entre os espaços dos pontos materiais, pois estará
vendo com os olhos do seu espírito, através uma conexão com o cérebro do
perispírito.
Quando queremos mover um objeto, isso ocorre primeiro no
holograma e a ação decorrente nada mais é que o reflexo do que está
sendo mudado no holograma. Primeiro imaginamos o que queremos fazer,
depois nos introvertemos e se a ação estiver de acordo com as Leis
Naturais, o holograma é modificado correspondentemente e recebemos o
impulso para executála – isto é o que denominamos de vontade. Assim,
pela vontade podemos, modificando o holograma, realizar os chamados
milagres, que só ocorrem se estiverem de acordo com a vontade ou lei
divina. É assim também que nós, Espíritos, conseguimos atuar sobre a
matéria – usando nossa vontade modificamos o holograma.
Se a mente comandar uma modificação, de modo que os pontos se
alternam de positivos para negativos, e se essa alternância for sucessiva
entre os pontos vizinhos teremos o movimento do campo. Para um corpo
material subconjuntos de pontos do corpo são alterados como acima e o
corpo vai assim ocupando posições sucessivas na matriz fazendo o
movimento. O corpo pode também ser desmaterializado totalmente e
instantaneamente materializado em local distante, uma vez que esse
transporte seria feito no holograma do campo mental. Isto é o que é
chamado no Espiritismo de “Transporte de Matéria”.
Campinas, 8 de Abril de 1995.